O 22 DE NOVEMBRO DE 2023 É…

Querido Diário, “Minhazamiga”, “Meuzamigo” e Camaradas saudações!  Ulalá, que bom! Xicoburi tenho que confirmar a velha expressão: “Nunca é tarde para se aprender” e digo que estou fazendo um …vamos dizer assim…um cursinho de Língua Francesa pela internet e na mais recente prova virtual das vinte questões xicoburi acertei dezesseis delas…” Xicoburi escrevi para O professor, “Desculpe..16 pontos!” e  le professeur, animou ainda mais xicoburi respondendo que “Isso é genial! Isto não é um fracasso, é uma aprendizagem, você está no bom caminho!”… Oulala, c’est ci bon! “

E assim, xicoburi penso no que não pode ser ensinado e aprendido, não importa a idade de quem ensina e de quem estuda…  E então, xicoburi acho que não pode ensinar alguém a amar outra pessoa. Não se pode ensinar alguém a amar um esporte que não gosta. Não se pode ensinar alguém a vivenciar suas emoções.  Não se pode ensinar sabedoria, coragem, justiça ou outras virtudes a alguém. Você não pode ensinar seu conhecimento a outras pessoas.  No entanto, xicoburi acho que as boas informações podem ser expressas e compartilhadas. Será que ensinar é algo diferente do que pensamos?

Xicoburi em mente que a maioria de nós, seres humanos, perseguimos todos os tipos de coisas. Mais dinheiro, um carro melhor, uma casa maior, brinquedos brilhantes, os mais recentes gadgets, fama nas redes sociais, outras pessoas rindo de nossas piadas (até as mais sem graças!), outras pessoas gostando do que fazemos (mesmo que o que fazemos não tanta relevância assim…), outras gostando de quem somos (mesmo que falsamente!). No entanto, se se pensar bem, nada disso importa no grande esquema das coisas. A cultura e o conhecimento transcende qualquer riqueza material… e isso xicoburi acho que sim, mesmo! Por exemplo: Se se perder todas as coisas mundanas mencionadas acima (o automóvel, a casa, o computador, o aparelho celular, etc. etc..) não se perderá nada, a menos que a pessoa decida manter todas essas coisas. Às vezes queremos nos apegar a coisas que não importam e esquecer o que realmente importa. A cultura e o conhecimento e a vontade de saber, estão retidas e guardadas numa ”caixinha” muito bem protegida, que se pode até perdê-la por demência… mas isso é difícil… Há algo no aprendizado que é permanente, é espiritual e pode viver independentemente do tempo e do espaço e embora o testemunho dela só viva e morra enquanto vivermos é um tesouro que levamos conosco durante todo o caminho.

E é isso que xicoburi penso, quem sabe de maneira errônea! E é isso que xicoburi tenho para escrever na postagem de hoje.

O 21 DE NOVEMBRO DE 2023 É…

Querido Diário, “Minhazamiga”, “Meuzamigo” e Camaradas saudações! Para esta postagem de terça-feira, a de hoje, xicoburi não postarei nenhuma fotografia das chinfrins que costumeiramente posto, porém, insiro este pedaço de papel em branco para que boas e tranquilizantes notícias sejam nelas escritas. Você tem alguma para escrever ai?

Na opinião de xicoburi todas as guerras são nojentas. É o ponto de vista comum de todos, exceto de alguns governantes. É verdade que o público pode ser incitado a praticar atos indignos através de propaganda direcionada. Depois desta “conversa” inicial, xicoburi comecei a questionar ao xicoburi próprio sobre a moralidade islandesa, o que mais orienta o nosso comportamento, o nosso dever de fazer o que acreditamos ser bom e correto, ou as consequências do que fazemos.

Os filósofos há muito debatem quais critérios são melhores para tomar as decisões corretas: a ética do dever ou o utilitarismo. A ética do dever baseia a tomada de decisões não nas consequências do que fazemos, mas naquilo que acreditamos ser o nosso dever e de acordo com as nossas regras de vida. O guia principal consiste em frases como estas: “Faça aos outros o que gostaria que os outros fizessem a você” e “Não faça aos outros o que não gostaria que os outros fizessem a você”.

E xicoburi sei que muitas pessoas sabem muito mais do que xicoburi mesmo sei que o conceito de utilitarismo, por outro lado, baseia a tomada de decisões inteiramente nas consequências daquilo que fazemos ou deixamos de fazer, e a sua ideia básica é que a decisão certa é aquela que cria a maior qualidade para o maior número de pessoas. Isto tem sido muito criticado, especialmente à luz do facto de que muitas vezes podem surgir situações em que algumas pessoas e vidas podem ser sacrificadas para que outros grupos possam ter sucesso na vida. O utilitarismo poderia ser usado para justificar coisas como a pobreza e a fome, desde que a maioria beneficiasse dele, mas a ética do dever nunca poderia tolerar coisas como a pobreza e a fome, mas lutaria contra tais fenómenos com todos os meios disponíveis.

Mas, então, xicoburi posso perguntar se não seria possível unir essas duas teorias, tentar sempre fazer o que é certo, ou o nosso dever, além de pensar nas consequências do que fazemos. Se percebermos que o que vamos fazer causará um desastre, mesmo que apenas para uma pessoa, não valeria a pena procurar um caminho melhor? Embora, pessoalmente mesmo não tomando partindo lateral em quaisquer que sejam as revoluções, guerras e demais conflitos entre povos e nações, xicoburi tenho uma simpatia considerável pelos palestinianos na atual guerra com os israelitas (ou estes com aqueles), é verdade que acredito mais nos números de vítimas indicados pelos israelitas do que nos números correspondentes do Hamas. Se pegarmos notícias sobre os conflitos nessa região e entre os dois povos, vamos voltando na História até não sei quando, mas não se carece de ir até muito distante, basta ler as notícias desde o começo deste século XXI, como esta que recortei de um jornal:

 E também, xicoburi posso adicionar que na última guerra mundial, os odiosos nazis usaram frequentemente esta estratégia, pelo menos na Noruega, para matar muitas vezes mais cidadãos inocentes do que os guerrilheiros. Uma punição semelhante era aplicada se eles cortassem um fio de cabelo da cabeça dos nazistas ou se recusassem a contar a liberdade a outros amigos. Isso é o que eles dizem pelo menos Agora os israelitas (na opinião de xicoburi) parecem estar a fazer o mesmo ou algo semelhante, e isso com ou sem apoio dos norte-americanos… Ou em Esperanto quando se diz: USONANO!

 E também, xicoburi posso adicionar que na última guerra mundial, os odiosos nazis usaram frequentemente esta estratégia, pelo menos na Noruega, para matar muitas vezes mais cidadãos inocentes do que os guerrilheiros. Uma punição semelhante era aplicada se eles cortassem um fio de cabelo da cabeça dos nazistas ou se recusassem a contar a liberdade a outros amigos. Isso é o que eles dizem pelo menos Agora os israelitas (na opinião de xicoburi) parecem estar a fazer o mesmo ou algo semelhante, e isso com ou sem apoio governo estadunidense, norte-americano ou somente americanos como queiram chamá-lo…

Bem, e aqui vou terminando com esta mais uma quilométrica postagem, porém não sem antes perguntar: E daí já conseguiu alguma boa notícia para ser escrita naquela folha em branco que inicialmente inseri lá em cima? Difícil, atualmente, né?!