Querido Diário, “Meuzamigo”, “Minhazamiga” e Camaradas, saudações! Xicoburi poderia começar esta postagem de hoje, desejando somente uma boa jornada de quinta-feira, porém vou incluir… com música. Sim! E sim, também***vou começar a utilizar o plural diretamente com “‘s” atado aos substantivos e adjetivos aos outros pontos gramaticais quando escrevo palavras relacionadas ao gênero feminino e masculino, já que a gramática do nosso idioma não tem o gênero neutro***.

Tá certo, tá certo! Xicoburi jurei não me aprofundar neste assunto, mas…o ataque terrorista perpetrado por terroristas palestinos e a subseqüente resposta furiosa do exército israelita tocaram os nervos de muits. Judeus e árabes são atacads. E xicoburi tenho visto e lido comentários nas redes sociais, e até mesmo, por alguns polítics, sobre as pessoas israelenses/pessoas judias feitas por algumas pessoas dos quais até Hitler teria ficado orgulhoso. Também tenho visto e lido comentários desagradáveis sobre as pessoas palestinas, embora a maioria deles na Faixa de Gaza não goste muito das suas autoridades e das suas declarações. Daí, xicoburi acho que deveríamos ser mais apressadinhos para saltar sobre as trincheiras de um mundo a preto e branco onde nações inteiras – não apenas os seus políticos e soldados, mas também pessoas cidadãs comuns, homens, mulheres e crianças – são agora alguma coisa: maus, terríveis, opressores… Não as autoridades, mas as pessoas cidadãs de ambos os grupos…Será mesmo?
E assim, lendo daqui, ouvindo de lá que foi, portanto, um prazer inesperado encontrar uma reportagem a respeito de uma escola de música em Berlim onde estudants de 27 países, incluindo Palestina e Israel, aprendem a expressar abertamente ‘s seus sentimentos e experiências e depois se sentam e fazem música juntos. ‘S aluns não concordam necessariamente em questões difíceis, mas aprendem a falar e a respeitar as opiniões das demais pessoas, mesmo que estejam em desacordo com as suas, ou como dizem as notícias:
Entre as interpretações *’s estudantes sobre os acontecimentos, foi observado que *‘s *estudants *palestins tendem a ver o 7 de Outubro como parte de um contexto histórico mais amplo, mas para ‘s israelits, os ataques terroristas do Hamas mudaram tudo. Este é apenas um exemplo, disse ele, que mostra como as perspectivas sobre o mesmo evento podem diferir. “E, no entanto, acho que tods concordamos que queremos ficar aqui. “
Entre a interpretação dos acontecimentos pels estudants, e também foi observado que ‘s estudants palestins tendem a ver o 7 de Outubro como parte de um contexto histórico mais amplo, enquanto para ‘s israelits os ataques terroristas do Hamas mudaram tudo. Este é apenas um exemplo, disse ele, que mostra como as perspectivas sobre os mesmos eventos podem diferir. “E ainda assim acho que tods concordamos que queremos ficar aqui.”
Agora, xicoburi sou de opinião que se pudéssemos aprender a fazer algo semelhante, em vez de nos transformarmos da noite para o dia no Hitlerzinho ou no Maomézinho e desejarmos a morte de nações inteiras, talvez a razão do estado do debate social esteja escondida nesta parte do relatório da DW: Na verdade, ‘s aluns têm uma coisa que os une: a música. As peças que estão praticando oferecem “algo em que podem se concentrar, algo em que podem trabalhar junts; então acho que nosso trabalho diário levou a um sentimento de unidade”. Na verdade, os alunos têm uma coisa que os une: a música. As peças que estão praticando oferecem “algo em que podem se concentrar, algo em que podem trabalhar junts; então acho que nosso trabalho diário levou a uma forma de coesão”, disse outro entrevistado e assim talvez estejamos simplesmente inquiets. A semana de trabalho é curta, os passatempos estão ligados a uma tela e as redes sociais se tornaram uma droga que enlouquece as pessoas. E então xicoburi posso indagar: Que tal fazer música…tods junts em paz em harmonia?