Querido Diário, “Minhazamiga” e “Meuzamigo”, saudações!
Igualdade e Diferença. Xicoburi penso que o nosso idioma Português por ser natural tem uma estrutura gramática bastante difícil. O Esperanto por sua vez, sendo um idioma artificial tem sua gramática simplificada de maneira a não tão difícil…assim,xicoburi exemplificarei:
Egaleco kaj Mallegaleco. Mi pensas, ke nia Portugala lingvo, estante natura, havas tre malfacilan gramatikan strukturon. Esperanto, siavice, estante artefarita lingvo, havas sian gramatikon simpligita en maniero ne tiom malfacila… tiel, mi ekzemplos:
DIFERENÇAS ENTRE OS DOIS IDIOMAS:
SAPO……….EM PORTUGUÊS /PORTUGALE
SAPO……….ESPERANTE /EM ESPERANTO
MALEGALECO INTER LA DU LINGVOJ:
SAPO…………EN LA PORTUGALA /PORTUGALE
SAPO……..ESPERANTE /IN ESPERANTO
SEMELHANÇAS ENTRE OS DOIS IDIOMAS:
A pessoa poderá beijar o que aparece nas imagens e nenhuma das duas depois de serem beijadas se transformarão num príncipe ou numa princesa 😉
EGALECO INTER LA DU LINGVOJ:
Persono povos kisi kion aperas en ambaŭ bildoj sed neniu el la du post kisintaj transformiĝos al princo aŭ princino. 😉

Então, xicoburi vou à postagem de hoje dizendo que escreverei sobre o que pesquisei e quem sabe se não baterá com o que escrevi nas linhas iniciais acima… Pena e sinto muito pela extensão do texto, mas fazer o quê? Fui compilando por dias o que pretendo postar hoje aqui L Uma parte do livro que o professor Carroll Quigley, falecido em 1977 e que inspirou o “inspirador”, “líder espirítual”, “guru” Olavo de Carvalho, falecido em 2022, (leia aqui um texto por este escrito) do recente-ex-presidente que perdeu as ultimas eleições democráticas escreveu para documentar uma sociedade secreta que tinha ideias grandiosas em seu livro cujo título” Tragedy & hope: A History of the World in Our Time” (Planos para uma nova ordem mundial) – e que foi publicado em 1975. Essa pessoa/escritor acreditava que a sociedade deveria levar o crédito pelo que fizeram em segredo. Seu livro nunca foi destinado a um grande público, e especialmente não para o público em geral, mas sim voltado para os futuros políticos… Diz o seguinte:
…Cecil Rhodes tinha uma visão bastante elitista do mundo e acreditava que os britânicos representavam a cultura mais importante e, portanto, tinham o papel de liderar o mundo. O mapa abaixo fala sua própria linguagem sobre as ambições políticas de poder da Grã-Bretanha de uma perspectiva histórica. Existem apenas 22 países no mundo não invadidos pela Inglaterra;…
Xicoburi penso que o nosso Brasil não é um deles. Isso não quer dizer que a dominação mundial anglo-saxônica fosse imposta apenas pela força militar; não era menos importante trabalhar política e economicamente para esse fim. E por isso mesmo imagino que o escritor não escreveu seu livro não é, portanto, baseado em especulação, mas simplesmente em fatos históricos puros documentados e apresentados pelo professor Quigley. O livro também descreve como a rede mudou de sua agenda pró-britânica para a ambição atual de introduzir essa tal “Nova Ordem Mundial”. No entanto, poucos se preocuparam em estudar o material com cuidado, e a maioria dos debatedores fica feliz em lançar suas críticas sociais como se tivessem se inspirado em uma “overdose” daquele famoso seriado do Arquivo X. Na verdade, a rede sem nome é tangível, assim como sua influência. E o escritor pelo que entendi, portanto, dá conta do que a própria sociedade secreta disse. E relata em quais instituições trabalha.
É certo que a rede não tem nome formal, mas o escritor afirma em seu livro que o nome “Sociedade dos Eleitos” foi usado internamente, e a rede é estruturada com uma hierarquia “unidirecional” onde o círculo inferior não conhece o superior. Mas em todos os círculos há pessoas que colaboram em todos os setores, com políticos, líderes empresariais, sindicalistas, pessoas da mídia, pessoas da igreja, etc. vão, todos eles cumprem uma função e são regidos pelo politicamente correto.
Xicoburi reflito se é algo sobre a Teoria da conspiração? Não, prática de conspiração, diz G Edward Griffin, que aponta que eventos decisivos na história raramente aconteceram por acaso. Então você pode tirar conclusões diferentes sobre quem e o que puxou as cordas quando o velho na parede gaguejou. Sociedade secreta? Isso foi tirado de algum trabalho ou uma paráfrase dos “Protocolos dos Sábios de Sião“? Não, definitivamente não é o último, já que o que vem do fato de que a ideia de Cecil Rhodes era sobre o domínio britânico no mundo. (Perdão por tantas ligações, mas é que sou “vidrado” em pesquisas sobre a História Universal e desejo saber sempre quem são as pessoas que menciono nas postagens que faço!) E a coisa toda não é ficção, mas está bem documentada pelos cuidados do professor Quigley porque ele teve livre acesso à documentação da rede. E o segredo é simplesmente que a rede não se comercializa como a constelação que é, mas tem como estratégia operar em silêncio. A rede opera através de várias instituições estabelecidas que, individualmente, são pouco perceptíveis, mas juntas – graças à rede não pública que cria cooperação entre elas – têm um forte poder sobre nossos tomadores de decisão eleitos. O que os une, apesar do fato de pertencerem a partidos políticos diferentes, empresas de mídia concorrentes ou parecerem desiguais, é sua visão compartilhada do coletivismo como ideia orientadora para a construção da sociedade. Assim, a vontade política de limitar a liberdade individual. E tudo isso usando nosso sistema democrático para nos privar de nossa liberdade.
Xicoburi então digo que o tal G Edward Griffin observou qual é o seu propósito, a saber: […] criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos privadas capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo. O sistema seria controlado de forma feudal pelos bancos centrais do mundo, agindo de comum acordo por meio de acordos secretos alcançados em frequentes reuniões e conferências privadas. O ponto mais alto do sistema seria o Bank for International Settlements na cidade de Basiléia, Suíça, um banco privado de propriedade e controlado pelos bancos centrais do mundo, que também eram corporações privadas. Cada banco central procurou dominar seu governo por sua capacidade de controlar os empréstimos do Tesouro, manipular as moedas estrangeiras, influenciar o nível de atividade econômica do país e influenciar os políticos cooperativos por meio de recompensas econômicas subsequentes no mundo dos negócios. Durante o resto da palestra, ele detalha e relata seções individuais do livro e coloca o relato de Quigley em relação ao de hoje (ou seja, quando ainda Clinton era presidente). Depois segue comentando: Embora a palestra de G Edward Griffin seja baseada em material que pode ser considerado fato histórico – embora não amplamente divulgado pela grande mídia – ele recebeu críticas de vários quadrantes na Internet, principalmente por excluir o domínio étnico judaico nas grandes finanças e na mídia. Portanto, xicoburi prestei mais atenção no que Griffin “pintou” como o maior perigo desta sociedade é o totalitarismo que une as grandes finanças e os velhos comunistas. E, como ele sabiamente aponta, até mesmo o inimigo de um inimigo pode continuar sendo nosso inimigo ideológico. E, então xicoburi sinto o que a maioria do nosso tem experimentado com o recente ex- governo tinha governado o nosso grande, belo e deprimente país nos últimos quatro anos…e a bagunça que nestes dias tem sido apresentada. Um terror!
“Xicoburi termino estas quilométrica postagem dizendo que o 2023 ofereça paz, tranquilidade e liberdade verdadeira a todo o nosso povo e a nação e afaste de nós todas as pessoas conspiradoras” em relação à situação atual, tanto política quanto economicamente. E vejo ainda a situação com um trevo de “oito folhas” nas mãos. Provavelmente isso é um pouco, pois agora vejo ainda a situação com um trevo de “oito folhas” nas mãos. Provavelmente isso é um pouco, de agora em diante a coisa vai dar certo! Resistir sempre! Desistir Jamais! Tchau e ao rever!