Querido Diário, “minhazamiga” e “meuzamigo”, saudações!
Confesso que xicoburi gosto mais de gatos do que de cachorros. E é por isso que li com atenção o enredo da animação O LENDÁRIO CÃO GUERREIRO (Paws of Fury) sobre Hank, um cãozinho sem muita sorte, é enviado pelo vilão Ika Chu para Kakamucho, cidade dos gatos, que não gostaram nada da ideia de ter um “samurai canino” entre eles. O vilão planeja estimular a discórdia, o que deixaria o campo livre para seus planos… (Será que o tipo que está presidindo o nosso país atualmente, não faz o mesmo?)
Bem… Na verdade, xicoburi ia escrever sobre um gato maluco dentre a gataiada que tenho aqui em casa que prefere se deitar sempre ao lado da cadela Catatau quando esta se deita, ou que dorme sobre sua pança, somente para deixá-la irritada. Essa “bomba gorducha de rabiscos”, cujo nome na verdade é Joaquim conseguiu já dar para xicoburi tantos problemas com seu amor de teclado ontem, que xicoburi não pude usar meu computador até ontem tarde. Ele descobriu, depois de muito tempo, que balançando os cabos e puxando-os, ele conseguiria soltar o cabo que conecta o monitor ao computador. Essas loucurinhas do gorducho brincalhão que gosta de subir nas costas da Catatau, ou nas pernas das pessoas para chamar atenção e que já resgatei da boca da Catatau, prospera na atenção dos outros gatos… Eles apenas o olham quando está brincando. E xicoburi poderia estender esta postagem significativamente com todos os tipos de “histórias da gataiada aqui de casa”, mas isso não seria muito legal fazer, pelo menos hoje, já que provavelmente já foi escrito o suficiente sobre os felinos domésticos, pelo menos nas redes sociais e no Youtube.
Dai, então, xicoburi deparei com uma notícia tremendamente triste… Uma mulher jogou um gato para que seu cão pitbull o matasse…. Como houve denuncia e toda a cena foi filmada por uma câmera, essa mulher foi identificada, presa e foi enquadrada com em prática de maus tratos contra animais, prevista na Lei de Crimes Ambientais. A pena é de três meses a um ano de detenção, sendo agravada em caso de morte do animal atacado. A legislação não prevê pena de prisão para esse tipo de delito.
Xicoburi acho um pouco duro condenar o pobre gato à morte só porque ele estava muito nervoso em vida. Certamente estou subestimando os problemas da pessoa que cometeu mais essa barbaridade com um animal por causa disso, embora xicoburi esteja escrevendo aqui sobre esse assunto e embora, isso deve ser visto como um tipo de, vou dizer assim… “especulação filosófica”. Proteção animal demais e intensa pode sair pela culatra se formos longe demais. Nós, humanos, fingimos ser os mestres da criação e cada um de nós deve ser capaz de assumir o controle total sobre os animais que surgem em nosso caminho. Está certo e normal? Isso pode ser duvidado. Com tal poder deve vir a responsabilidade. Não somos responsáveis pelos animais, sejam eles selvagens ou não? Mas, é óbvio que muitas pessoas “defensoras de animais”, sem o menor constrangimento se nutrem de carne animal… possuem um belo aquário na sala de visitas, e come carne de peixe… acham linda a imagem dum cordeirinho branco pastando no campo, mas não recusam um assado de cordeiro em seu aniversário. Há pessoas que acham engraçadíssimo assoviar para os perus e escutá-los respondendo com seus “glu-glu-glus”, e admiram suas plumagens, mas não dispensam um peito de peru assado nas festas de final de ano… até decoram a mesa com ele. E que tal do leitãozinho à pururuca, será que é feito de plástico ou um animal foi sacrificado para que isso aconteça? Demagogia? Xicoburi penso que sim. E assim, toda caça que não é feita por necessidade torna-se filosoficamente repreensível. Pode-se dizer que a matança de animais em matadouros é resultado da nossa necessidade de comê-los. Um gato nervoso também pode precisar ser sacrificado por vez, quando estiver com algum tipo de doença incurável e sofre por causa dela… Mas, óbvio o que aquela pessoa fez, é um crime… e teve que responder por ele. Xicoburi estou dizendo apenas que não condenamos animais à morte por motivos muito fracos, torpes ou estúpidos. E deixarei esses pensamentos para outra vez, embora isso certamente possa ser discutido mais adiante e seria bom se xicoburi não o fizesse em algum momento nesta postagem.
E isto é tudo por hoje, pois xicoburi penso que postagens curtas [como esta de hoje, por exemplo 😉 ] são as mais divertidas e têm a vantagem indiscutível de serem rápidas de ler. Então xicoburi terminei!
