PRECISAMOS DE UM LIDER… FORTE E GRANDE.

 PRECISAMOS DE UM LIDER… FORTE E GRANDE!
 ONI BEZONAS DELIGENTAN ESTRON! 

F.B.Xicoburi acho que talvez isso é o que o nosso país precisa – algo grande e forte.
Um grande líder forte, um governo grande e forte, um senado forte e grande, uma grande organização de defesa forte e uma grande organização policial forte. 
Sim, Xicoburi não quero dizer fisicamente forte, mas sim o contrário. Mas todos eles devem inspirar confiança, determinação e segurança. 
Nosso país, o Brasil, não tem nenhuma inclinação de ser uma superpotência humanitária, líder regional ou mesmo de estar no Conselho de Segurança da ONU. 
O nosso país, Brasil, precisa de uma gestão estável e segura. Realmente não importa qual partido esteja no poder. 
O importante é que o país seja dirigido por um líder forte e grande que não aceite ser tutelado por superpotência e que governe de uma forma segura e estável, e sempre para o nosso povo.

⇒F.B.XICOBURI⇐

AS IDADES…

“meuzamigo” e “minhazamiga,, saudações!

 
Nos primeiros meses de vida, se parece a um rei deitado numa liteira, todos desejam lhe abraçar, acariciar e beijar. Nana nana bebezinho dentro do bercinho.
No primeiro ano de vida, se parece a um porco, que se rola na sujeira. Vem neném, vem meu bebezinho, vem pra banheirinha depois das orelhinhas mamãe vai limpar tua bundinha!
Nos dez anos de vida, se parece a um cabrito: salta, salta e salta. Arrebenta-se, corre, ri enturmar-se, vai pra escola, tira nota baixa e chora.
Mais uma década de vida, já pensa ser um cavalo alazão, fala “relinchando”, se empluma como um pavão e galanteia as fêmeas. Diz que as espinhas estão lá porque está ficando homenzinho, ó pobre cavalinho!  Já não basta só dar as mãos, quer pegar o corpo inteiro, pra azar da família, já não quer mais ficar solteiro.
Depois, quando se casa, se parece a um burro. Volta pra casa cansado, lembrando-se do passado, bebe para esquecer e na mesa dá um murro.
E adquirindo mais idade ainda se não bastasse ter a prole para sustentar, se parece a um cão de tão audacioso, morde a todos quando recebe o pagamento, não há outro argumento senão pedir emprestado porque quase espumando de raiva para casa o pobre coitado precisa levar o pão.

Então já na velhice, se parece a um macaco. Se contemplando num espelho, faz mimica, puxa e repuxa a pele do rosto, mostra a língua e pragueja contra seus cabelos brancos, e resmungando sozinho no banheiro, apertando a cintura, com dor nos rins “ai de mim!” o pobre coitado não acredita que o tempo passou tão rápido e lhe tenha dado uma aparência assim… E não sonha mais com um carrão, disso já começa a sentir medo…”carrão! carrão? Em qual deles caberá o caixão?”

 

QUINTA-FEIRA, QUE BOM! F.B. SOBREVIVEREI, NÓS SOBREVIVEREMOS… QUEM SABE?

F.B. XICOBURI SOBREVIVEREI, NÓS SOBREVIVEREMOS… QUEM SABE?
F.B.Xicoburi acho que podemos aprender com um monte de animais selvagens.  Costumo assistir aos programas de animais e algum tempo atrás, F.B.Xicoburi  vi cabras da montanha recém-nascidas. Eles aprenderam rapidamente saltando e escalando nas montanhas – um único passo em falso pode levar à morte. Eles aprenderam a evitar perigos. Em campo aberto, eles não têm chance contra a águia. Claro, eles aprendem rapidamente como encontrar comida. E quanto a nós Humanos? A gente tem (detesto essa expressão!) então… nós temos a capacidade de evitar riscos e para nós e até mesmo em encontrar comida? Sim! Alguns de nós, mas muitos acham que estão longe de tudo! Muitos mesmos, pois alguns que conheço que ficam sem comprar frutas não por causa do preço, mas porque o mercado é longe da casa, e a pé não vão… F.B.Xicoburi  tenho quintal grande e prefiro comprar alface, couve e algumas outras verduras e até um macinho do tal famoso cheiro verde… na feira, apenas por comodismo! A gente (detesto essa expressão!) então… nós, humanos “modernos”,  vivemos da mão para a boca o tempo todo e não gostamos nada de plantar o que comemos ou o que consumimos. E muitos de nós ainda estamos longe de entender que a vida é mais do que consumir.
F.B. Xicoburi estou vendo o dia que os nossos “representantes políticos” eleitos vão nos dizer o que comer e o que beber, além dos costumeiros, que devemos nos vacinar que devemos parar de fumar e de beber vinho, cerveja ou a cachaça, que devemos nos exercitar mais, que devemos dormir oito horas por dia, que devemos não correr tão rápido, que devemos doar mais dinheiro para as igrejas, que devemos fazer mais caridade… e que devemos saber escolher esses representantes políticos…(epa! Isso não vão dizer mesmo!) E o que seria de nós sem eles? Sem eles quem? Uai! …os “representantes políticos “eleitos que nos dirão tudo o que temos para fazer! Nós não vamos sobreviver sem ELES, ou vamos?
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