JARDIM DE INFÂNCIA / INFANĜARDENO

Compartilhe tudoJogue dentro das regrasnão bata nos outroscoloque as coisas de volta onde pegouarrume sua bagunçanão pegue as coisas dos outrospeça desculpas quando machucar alguém…mas peça mesmo!lave as mãos antes de comer e sempre agradeça por tudo antes de se deitarbiscoitos quentinhos e leite fazem bem prá vocêrespeite o limite dos outrosleve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco. Desenhe, pinte, cante, trabalhe, leia.tire uma soneca à tardequando sair, cuidado com os carrosdê a mão e fique juntorepare nas maravilhas da vida o peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco, e até mesmo a sementinha plantada num copinho plástico, todos um dia morrerão…e nós também!
Tudo o que preciso realmente saber, como viver, o que fazer e como ser aprendi no Jardim de Infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola infantil.  Pense como o mundo seria melhor, se tivéssemos biscoitos e leite quotidianamente, por volta das três das tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho e tirássemos uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica: devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair. Ao sair pro mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos. É necessário abrimos os olhos e percebermos que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitarmos o momento e aprendermos sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver.
Prizorgu ĉio Ludu ĉiam ene de la reguloj ne batu aliulojn metu aĵojn en la sama loko el kie ilin vi prenis aranĝu vian salaton ne prenis fremdan aĵoj senkulpigi kiam vundi iun … sed demandu vin mem! lavas manojn antaŭ manĝi kaj ĉiam dankas por ĉio antaux Bedtime Varma kuketojn kaj lakto estas bonaj por vi metos respektas la limoj de la alia malpeza ekvilibran vivon: lerni iom, pensu iom. Desegni, pentri, kanti, labori, legi. Prenu nap posttagmeze kiam vi eliras, ĝi rigardas eksteren por aŭtoj doni manon kaj starigxos apud avizon la mirindaĵoj de vivo la orfisxo ora hamstro, la blanka muso, kaj eĉ la malgranda semo plantita en mola taso, ĉiuj mortos iun tagon … kaj nin ankaŭ!Ĉiuj oni vere bezonas scii kiel vivi, kion fari kaj kiel esti …oni lernis en infanĝardeno. Saĝo ne estis ĉe la supro de postdiploma kurso, sed la monteton de sablo ĉe la korto de oniaj    infanĝardenoj. Pensu kiel la mondo estus pli bona se ni havis kuketojn kaj lakton ĉiutage, je 3-a horo posttagmezo, kaj post oni povus enlitiĝi kaj preni  litkovrilon  kaj  ripozi agrable . Aŭ se ĉiuj registaroj havus kiel baza regulo: aĵoj reen al kie estis kaj ordigus malorganizon, kiam ili foriros. Oni devas malfermi niajn okulojn kaj rimarki ke bonaĵoj estas en ni, kie sentoj ne bezonas kialojn aŭ dezirojn de la racio. La grava afero estas kapti la momenton kaj lerni sian daŭron, ĉar la vivo estas en la okulo de ĉiuj kiuj  scias vidi ĝin,
Observação: Eu encontrei e extrai este texto de um livro escrito por Robert Fulghum
Rimarko: Mi legis kaj mallongigis  ĉitekston de la libro verkita de Robert Fulghum

Ainda sobre a Primavera / Ankoraŭ pri Printempo

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Já não és a minha vida

De ti, não tenho ciúme;

Olha que a rosa caída

Mesmo depois de colhida

Continua a ter perfume

 

Julgando que me torturas

Passas com outra, a meu lado

Eu não caminho ás escuras

Tenho a luz das amarguras

a iluminar meu passado

 

Já fui a folha esquecida

que esperava a primavera

agora tenho outra vida

Já não sou rosa caída

voltei a ser o que era

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La Velkanta Rozo/ A rosa caída
Verko de portugala fado- Letra dum fado português



Já não és a minha vida                                                              
De ti, não tenho ciúme;
Olha que a rosa caída
Mesmo depois de colhida
Continua a ter perfume                           

Julgando que me torturas 
Passas com outra, a meu lado
Eu não caminho ás escuras
Tenho a luz das amarguras                      
a iluminar meu passado

Já fui a folha esquecida 
que esperava a primavera
agora tenho outra vida
Já não sou rosa caída 
voltei a ser o que era                  

Vi ne plu estas mia vivo
De vi, mi ne estas ĵaluza;
Rigardu ke velkanta rozo
Eĉ post rikoltita
Ankoraŭ havas odoron

Juĝante vi ke turmentas min
Kiam vi marŝas kun alia ĉe mia flanko
Mi ne iras mallumen
Mi havas la lumon de tristeco
por ilumini mian estintecon

Mi iam estis forgesinta folio
Mi nur atendis printempon
Mi nun havas alian vivon
Mi  ne estas  plu velkinta rozo 
Mi reiris al kio mi estis

\0/f.b.\0/

Eu lí e traduzi //Mi legis kaj tradukis…

Eu perguntei ao menino negro:
— “escravozinho, você deve estar satisfeito com a tua servidão e deve dar graças à Deus porque ele o tirou das trevas da cegueira gentílica e o trouxe à servir, não a um dono secular, mas aos religiosos da Companhia de Jesus, aqui no Brasil.
Assim, se você tivesse permanecido aonde nascestes, após a tua morte, você iria para onde foram os teus pais, avós e todos os demais teus antepassados, e lá seria torturado pelas chamas eternas do inferno, por não terem conhecido ao verdadeiro Deus.
A criança, levantou um pouco suas sobrancelhas e me respondeu com segurança:
— “Meu senhor, os meus antepassados, avós e pais não estão no inferno; porque, se eles não conheceram a  Deus, como pudera o Deus mandá-los para o inferno? Ou como puderam eles ofender tanto a Deus, ignorando que merecessem ser assim atormentados?Por acaso não seria o Deus verdadeiro de infinita misericórdia, como vocês me ensinam?
(trecho de “Clavis Prophetarum” escrito por  p.Antônio Vieira ((* 1608 (Portugal)- + 1697 (Brasil-colônia))

           *+*+*+*

Mi demandis al nigra knabo:
 —“Eta sklavo, vi devus esti feliĉa kun via servo, kaj doni dankon al Dio ĉar Li prenis vin el la mallumo de pagana blindeco  kaj alportis vin por servi, ne al ununura laika  mastro , sed al  religiuloj de la Societo de Jesuo, tie en Brazilo.Do se vi restis kie vi naskiĝis post via morto,  vi irus kien   estas viaj gepatroj, geavoj kaj ĉiuj aliaj viaj prapatroj, kaj tie devus esti turmentitaj de la eternaj flamoj de infero,  ĉar ili neniam konis la veran Dion.
La infano, levis la brovojn iomete kaj respondis kun konfido:
—“Mia sinjoro, mia prapatroj, avoj kaj gepatroj ne estas en infero, ĉar se ili ne konis Dion, kiel povis Dio sendi ilin al infero? Aŭ; kiel ili povus ofendi Dion tiel, ignorante, ke ili meritis esti turmentitaj?Ĉu  ne estus la vera Dio de senfina kompato; kiel vi instruas min?
(el la libro  “Clavis Prophetarum” verkita de Pastro Antônio Vieira (* 1608 (Portugalujo)- + 1697 (Brazilo-kolonio)

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