Ainda sobre a Primavera / Ankoraŭ pri Printempo

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Já não és a minha vida

De ti, não tenho ciúme;

Olha que a rosa caída

Mesmo depois de colhida

Continua a ter perfume

 

Julgando que me torturas

Passas com outra, a meu lado

Eu não caminho ás escuras

Tenho a luz das amarguras

a iluminar meu passado

 

Já fui a folha esquecida

que esperava a primavera

agora tenho outra vida

Já não sou rosa caída

voltei a ser o que era

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La Velkanta Rozo/ A rosa caída
Verko de portugala fado- Letra dum fado português



Já não és a minha vida                                                              
De ti, não tenho ciúme;
Olha que a rosa caída
Mesmo depois de colhida
Continua a ter perfume                           

Julgando que me torturas 
Passas com outra, a meu lado
Eu não caminho ás escuras
Tenho a luz das amarguras                      
a iluminar meu passado

Já fui a folha esquecida 
que esperava a primavera
agora tenho outra vida
Já não sou rosa caída 
voltei a ser o que era                  

Vi ne plu estas mia vivo
De vi, mi ne estas ĵaluza;
Rigardu ke velkanta rozo
Eĉ post rikoltita
Ankoraŭ havas odoron

Juĝante vi ke turmentas min
Kiam vi marŝas kun alia ĉe mia flanko
Mi ne iras mallumen
Mi havas la lumon de tristeco
por ilumini mian estintecon

Mi iam estis forgesinta folio
Mi nur atendis printempon
Mi nun havas alian vivon
Mi  ne estas  plu velkinta rozo 
Mi reiris al kio mi estis

\0/f.b.\0/