merkredo, je 9:00 p.m., la 30-an de januaro 2013-j
Do poema judeu entitulado, Velas.
Três velas,
e um palácio de espelhos,
as reduplica em mais de mil.
Velam
por um menino de olhos vazados,
(e por quantas mil crianças,)
Siderário de pontos luminosos,
iluminando o escuro,
irradiando o espelhado âmbito negro
dessa que não se quer
(imêmore)
memória memorial
Enquanto,
no murmúrio de vozes veladas,
(como um jogo de ábaco),
se repetem os nomes de todas
as cadentes estrelas-crianças.
Do poema judeu entitulado, Velas.
Três velas,
e um palácio de espelhos,
as reduplica em mais de mil.
Velam
por um menino de olhos vazados,
(e por quantas mil crianças,)
Siderário de pontos luminosos,
iluminando o escuro,
irradiando o espelhado âmbito negro
dessa que não se quer
(imêmore)
memória memorial
Enquanto,
no murmúrio de vozes veladas,
(como um jogo de ábaco),
se repetem os nomes de todas
as cadentes estrelas-crianças.
Juda poemo “Kandeloj”
Tri kandeloj,
en palaco de speguloj,
estas pli ol milfoje reduobligitaj
Tri kandeloj
maldormas,
per kavaj okuloj de knabo,
(kaj kiom da mil aliaj infanoj),
Kosma spaco de brilaj makuloj,
lumigante mallumon.
radiante la spegulita nigra etoso
kiu ne volis
( eĉ senmemore)
memorindan memoraĵon.
Dum
la murmuro de vualitaj voĉoj,
(kiel ludo de abako)
ripetante la nomoj de ĉiuj
la falintaj stelaj-infanoj.

