Querido Diário, “Meuzamigo” e “Minhazamiga”, saudações!

Durante todo o dia de hoje, xicoburi estive certo que estou dividido entre tranquilidade, a paz, serenidade e harmonia e a confusão mental do desejo de soltar um baita de um grito, de blasfemar, e assim tenho que admitir, porém, que estou ansioso para obter um melhor controle de minhas próprias complicações emocionais e poder tomar um copo de vinho tinto com a finalização da leitura de um livro escrito por Fernando Pessoa, intitulado LIVRO DO DESASSOSSEGO, como tranquilizante deste entardecer/anoitecer/crepúsculo de domingo. \0/
Muito bem, muito bem… bem…bem…como dizia o bom e saudoso palhaço e grande artista Arrelia,o qual xicoburi quando guri assistia com grande entusiamo logo após o almoço de domingo. Certo! E depois das mal e torcidas linhas acima digo que então vou direto num salto mortal para esta postagem que inicio dizendo que O álcool nunca foi um problema para mim, embora xicoburi fosse um daqueles “típicos” adolescentes não burguês que começaram a beber conhaque seco aos 14 anos de idade em uma festa ao ar livre. Não tenho orgulho disso, mas hoje sou grato por não ter saído mal desses anos. Não sei como me sentiria se o suprimento de todos os tipos de veneno fosse o mesmo naqueles dias como é agora. Depois que saí da rotina, sou daquelas pessoas que quase sempre toma vinho leve e gosta de tomar um copo no jantar. Porém, mesmo que o “dotô” tenha proibido xicoburi de tomar alcoólicos…xicoburi raramente bebo algo mais forte, e então é de preferência vinho tinto de marcas brasileiras misturado com água com gás…somente para enganar ao xicoburi mesmo.
E é aí que estamos agora bem diferentes. Porque o vinho e xicoburi simplesmente e atualmente não somos do mesmo planeta. Xicoburi só acho ruim e, portanto, é um material extremamente pobre, embora “raxeteguexicoburigostodevinhopacas!”. Mas já faz algum tempo que tento não ingeri-lo puro, como já escrevi algumas linhas acima. Sim, na verdade, apenas quase dois anos, porque bem no fim de ano de 2019 tomei a decisão de que o vinho e xicoburi não deveriam ficar juntos por um tempo. Senti que, se ia tomar um copo de vinho tinto com comida, não saberia até que fossem três ou abrisse a garrafa número dois. Em outras palavras, de repente perdi o controle de como bebia. A vez que saí para algum restaurante, já pedia uma garrafinha ou caneco de vinho e isso foi ficando pior algumas vezes (ainda evitei ficar envergonhado) e, portanto, interpretei isso como significando que não posso lidar com nada alcoólico agora, nem fisicamente nem mentalmente. Muitas vezes fico deprimido ou triste assim que tomo uma bebida e quase sem exceção tenho estado de bom humor no dia seguinte, embora não houvesse motivo para tal desconforto. E agora estou feliz, pois já posso sentir os efeitos positivos desta decisão. Xicoburi estou fisicamente bem, lucido e muito ativo e este fim de semana, por exemplo, foi absolutamente maravilhoso. Na sexta-feira à noite fui a uma cidade maior e próxima desta onde habito, e achei maravilhoso tomar um café no intervalo, levar o companheiro para casa e ir dormir cedo. Despertei, na manhã de sábado, confortavelmente cansado e satisfeito depois de ter passado um bom dia.
Então, tá legal! Isto é tudo por hoje. Xicoburi insiro uma fotografia que tirei mais cedo e termino dizendo que as palavras escritas aqui serviram como desabafo, vamos à leitura! Tchau e ao rever!
