Querido Diário, “Meuzamigo” e “Minhazamiga”, saudações!
Uai! , xicoburi não sei, não sei mesmo o motivo de estar havendo essa baita campanha nas redes e imprensa sobre o caso do jogador de futebol e o beijo entre Batman e Robin. Que bobageira é essa? Xicoburi imagino que logo, logo começarão a dizer que na imagem de Cristo e Krishna nada mais é do que a representação de um encontro divino de homo afetivos? Bah! Mas, será que não é isso mesmo, já que dizem que a felicidade é divina?

Então…vamos ao pensamento de xicoburi para esta postagem sobre a qual aceitarei correções: Está fazendo 11 ONZE ANOS (e não onze meses, ou onze semanas, ou onze dias, mas ONZE ANOS!) que o STF-Superior Tribunal Federal reconheceu por unanimidade as uniões homo afetivas, (leia mais aqui: https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2021-06/LGBTQIA-celebram-avancos-em-10-anos-de-unioes-homoafetivas-no-brasil), e foi em 2013 que realização de casamentos homo afetivos em qualquer cartório do Brasil foi garantida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mas, xicoburi, até posso dizer que hoje em dia, o que é chamado de liberdade de consciência pesa muito sobre a nação e ainda muitas pessoas aqui parecem ficar confusas, (a menos que a confusão esteja na cachola de xicoburi mesmo!) se homossexuais têm o direito legal de se casar, parece que veem algum tipo de conflito entre os direitos dos homossexuais de se casar e os direitos dos padres, sacerdotes, pastores, xamãs, sei lá mais o quê, etc… De não praticar o casamento. Algo semelhante aconteceu com xicoburi alguns anos passados e então acho que agora já corrigi o curso com discussão e explicações e já entrei nos eixos… por um motivo muito simples e óbvio mas que não mencionarei aqui…Para os bons entendedores isso já é o suficiente.
Sobre o que é a discussão? Sobre o casamento, realizado por uma pessoa jurídica, tem um valor jurídico muito forte. Mas, veio com estardalhaço aquela postura da tal santidade da santíssima igreja, para quem não sabe ou não se lembra do que xicoburi estou fazendo referencia: (https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/03/15/igreja-catolica-nao-pode-abencoar-as-unioes-do-mesmo-sexo-diz-vaticano.ghtml) Mas, xicoburi posso estar errado, mas penso que a ordenação acarreta todos os tipos de direitos importantes para o casal e seus descendentes, e só então qualquer pessoa jurídica pode realizar a ordenação. Uma cerimônia realizada em uma igreja está no mesmo nível de uma cerimônia em um templo ou mesquita do ponto de vista legal. Absolutamente o mesmo ato jurídico. A única diferença é que a pessoa que realiza essas atividades em um ambiente religioso os tempera com todos os tipos de doutrinas, truques e doutrinação espiritual que são enfeitadas com cores num tipo de “palco do palácio de resgate de consciência mundial” em que a cerimônia acontece, enquanto o outro segue a letra da lei. A cerimônia é colorida pelo fato de ser uma igreja, um templo, uma mesquita, num terreiro umbandista, num escritório ou num cartório. O valor legal é o mesmo, a indução, a decoração e a cerimônia são diferentes.O ministro simplesmente não pode forçar um padre, não mais do que um padre ou um imã, a violar sua consciência, que foi permeada de calúnias e tagarelice desde a infância. Se um clérigo se recusar a realizar uma cerimônia de casamento, não importa de onde vem o comprovante de pagamento. O problema é que essas pessoas acreditam que o fantasma do Todo-Poderoso pode ficar com raiva se as pessoas que se sentem atraídas por pessoas do mesmo sexo são mediadas pela misericórdia e bênção divinas. Não vou perder espaço discutindo ambiguidade, arrogância e desprezo aqui, mas pense nos meus e me diga o que você pensa.
O que acontece com outras pessoas. Se algum prelado de cânhamo ou vestido não quer cuidar da dedicação, as pessoas realmente querem que a pessoa cuide dela contra a sua vontade? Por outro lado, a igreja paga pelo Estado não pode inventar um ato semelhante ao casamento atual, que evita forçar esses padres devotos a mencionar o casamento em voz alta? Pessoalmente, não tenho nenhum traço de respeito pela religião de qualquer tipo, mas embora isso seja comum, é muito mais fácil encontrar um meio-termo que dê a um o que ele quer sem ferir o outro. Deve haver algum meio-termo aqui que ambos possam aceitar sem a necessidade de direitos ou senso de justiça. Bom resumo seu e um novo rosto nesta difícil questão. Mas em minha opinião, não é muito sobre a humanidade e o não julgamento dos padres que não veem as pessoas como elas são, mas sim como elas são direcionadas para o gênero. Também há muitos padres que fazem este serviço com alegria, deve ser possível encontrar algum, ou não é permitido trazer outro sacerdote para a igreja que fica na paróquia da pessoa em questão? Isso mesmo. Pouco prejudica a humanidade daqueles sacerdotes que não se consideram capazes de realizar essas atividades por causa de sua consciência.
Bem, vou terminando porque este assunto é polêmico. Mas antes disso vou inserir este endereço que explica com detalhes sobre a união homo afetivos em nosso país: https://salariadvogados.com.br/casamento-homoafetivo/. Porém, posso acrescentar ao próprio pensamento que tenho que não é um problema ter outro pastor, padre, sacerdote num templo religioso qualquer, ou igreja. Isso requer a permissão do pároco ou dos superiores em questão e eles não são tão mal instruídos a ponto de recusarem outro padre, pastor, etc… Para encerrar o caso. Não, é realmente incrível? Então xicoburi não entendo muito bem o problema de não se abençoar um casamento entre duas pessoas que se amam, independente do sexo dos cônjuges, somente por causa de uma norma religiosa! Até que xicoburi poderia terminar de vez dizendo: “FODA-SE a religião e viva a Paixão com convicção”, mas é que sou educado e não suporto tanta rima em frases tão curtas, por isso não direi…
Xicoburi caminhei apenas 9km nesta manhã e tirei algumas fotografias durante o trajeto e uma delas insiro aqui no desejo de uma boa jornada reflexiva de sexta-feira primaveril! Tchau e ao rever!
