ACREDITAR EM TUDO E EM TODOS QUE SE DIZEM PIAMENTE RELIGIOSOS NÃO É DE CERTO TER FÉ, NÃO É SER CRENTE. É SER INCULTO, É SER OTÁRIO…

… E OS POLÍTICOS ESPERTALHÕES ESTÃO SE UTILIZANDO DESSA TÁTICA, MAIS DO QUE NUNCA!

Querido Diário, “meuzamigo” e “minhazamiga”, saudações!

 Antes de tudo, desejo uma boa jornada de domingo! Xicoburi ouvindo com o ouvido esquerdo essas vozes agudas que xicoburi conheço. Elas não são vozes dos seres divinos ou de Deus ou de Cristo, elas são invencionices dos partidos da direita/ extrema direita, pessoas pobres de espírito, tapeadoras e que fingem respeitar, mas que não respeitam as nossas leis conhecidas e toda a Constituição. Agora é bom pensar em soluções que resolvam problemas e fortaleçam: Se desejamos manter a cabeça no lugar, paremos de dar ouvidos às tais vozes do mal! As mesmas vozes das pessoas charlatãs que fazem campanha política em “marchas para Jesus”, dentro de templos administrados como empresas por “pastores” vigaristas, pessoas que aprontam das suas e ainda se vangloriam disso.

E após as linhas acima escritas, xicoburi vou voando como flechas disparadas no ar por alguma divindade mitológica guerreira para a postagem de hoje ➳——➳——-➳—–➳——-➳——–➳—-➳ Bem qualquer pessoa sabe muito mais do que xicoburi sei que ter uma “crença” é algo que  pensamos  ser verdade, na medida em que achamos que sabemos com certeza, pode ou não ser verdade, mas não temos evidências para justificar essa crença como verdadeira e, portanto, conhecimento”.  É notável que religião e filosofia começaram a se separar muito tarde, e não naqueles tempos que aprendemos a identificar como sendo tempos pagãos (será que as pessoas daqueles tempos, elas se consideravam pagãs?). Por exemplo, alguém pode acreditar que o  camarada Cristo, que  estava vivo há mais de 2.000 anos e realizou todos os milagres mencionados no Novo Testamento? Isso é ter crença, mas sem provas. O que pôde ser introduzido nas intituladas “santas escrituras” por mãos humanas sem quaisquer intervenções divinas e não serem verdades, apenas imaginação ou lendas? Talvez não muitos fatos, talvez muitos.

Xicoburi tenho me interessado tanto pelas crenças religiosas, independente da religião, seja ela cristianismo, budismo, hinduísmo bem quanto pelo paganismo. É notável que as religiões e filosofia começaram a se separar muito tarde, e não nos tempos pagãos. É bem verdade que não parece possível provar cientificamente que o camarada (como gosto de identificá-lo) o Jesus Cristo existiu, mas estou inclinado a acreditar que tais mitos eram bem fundamentados e que havia mais figuras míticas do que ele. Por exemplo, os antigos deuses nórdicos, os deuses hinduístas, budistas ou por que não, as divindades africanas e dos nossos povos indígenas. Isso não pode ser comprovado, mas o que deixou uma impressão tão forte nas mentes dos sobreviventes sugere alguma realidade por trás disso.

Xicoburi já ouvi dizer (ou já li em algum lugar) que a religião tem sido uma praga e por sua causa se começaram diversas guerras. Pode não ser totalmente certo isso, pois a interação de fatores culturais, algumas sociedades culturais favorecem a guerra e então a religião pode ajudar a criar turbas nessa direção. Mas acho que é bem verdade que não somente o cristianismo, porém ele também e a ética muitas vezes tornaram as pessoas melhores. Assim como no paganismo, não há necessidade de julgar a todos com base nas ações de alguns. Os ataques dos muçulmanos, por exemplo, para conquistar partes da velha Europa (principalmente a partes da Espanha e Portugal), os vikings em boas partes das outras regiões desse mesmo continente. E, e que tal o inicio da colonização aqui em nosso continente através da forçosa cristianização dos povos originários feita pelos europeus que é frequentemente usada para convencer as pessoas da crueldade desses “pagãos” contra a santa igreja católica e seus missionários cristãos… Mas, não seria o inverso?

No entanto, xicoburi imagino que não sabemos se este era um grupo extremista tão menor quanto é o “Talibã” dos nossos tempos em comparação com outros que seguem o Islã, ou quão grande um grupo de vikings era tão sanguinário. Mas é diferente com fé e conhecimento, que os cientistas de hoje não são tão livres espiritualmente quanto se poderia pensar. Eles são divididos em cientistas convencionais, por um lado, e cientistas da resistência, por outro. Nos estudos climáticos, isso é bem conhecido, e vem se destacando.  Os filósofos e pessoas educadas filosoficamente, xicoburi acho, estão fora (ou deveriam estar!) das linhas dos partidos políticos no conhecimento e na ciência, porque esse é o conteúdo de sua educação. Muitas vezes, ao longo da história, os cientistas da resistência conduziram mais progressos do que os cientistas convencionais. Giordano Bruno é um exemplo de tal cientista da resistência bem como Galileu Galilei. Naquela época, era considerado normal afirmar teorias geocêntricas e outras crenças.

E, assim ainda posso pensar (talvez de maneira errônea), que os tempos modernos ganharam e perderam com a separação entre ciência e religião. A gentileza que conheci das gerações mais velhas na própria criação de xicoburi foi única. Surgiu porque ninguém daquela geração achava que era possível lutar contra o patriarcado ou outros pilares da sociedade, que o Homem não podia ser exaltado à custa de valores imutáveis, como os pregados pela religião, ou coisa parecida a isso, quem sabe? Interessante, é que quando xicoburi desejo debater sobre isso com alguém, sempre tem pessoas que dizem que isso acontecia porque os tempos eram “outros”, se pensava diferente, a educação era diferente, havia muito mais respeito…etc, etc…etc…Então, xicoburi posso indagar: Ué! Quando que “os tempos” foram os mesmos, sem alterações? Por que não continuou sendo “tão bom” quanto se imagina agora que fosse? Onde é que nós nos perdemos? É óbvio que ninguém carece saber a resposta e passá-la diretamente para xicoburi, mas se souber informar, agradeço…

 Bem, então vou terminando por aqui mesmo esta postagem, que será longa se não colocar um ponto final.  Porém ainda, xicoburi “acho que posso achar” que os tempos modernos ganharam e perderam com a separação entre ciência e religião. A gentileza que conheci das gerações mais velhas em minha criação foi única. Surgiu porque ninguém daquela geração achava que era possível lutar contra o patriarcado ou outros pilares da sociedade, que o homem não podia ser exaltado à custa de valores imutáveis, como os pregados pela religião.  Tchau e ao rever!

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