Querido Diário, “minhazamiga” e “meuzamigo”, saudações”!

Bem, após essa ligeira e decorada introdução xicoburi vou dar uma mergulhada por aqui e sair nadando até a postagem que escrevei a partir do terceiro glup!…glup… (pô! Esqueci que não sei nadar…) glup!!!
Xicoburi pergunto: Quem é que estava falando sobre nos tornarmos uma nova Cuba, Coréia do Norte ou nova Venezuela, alguns anos atrás? Triste, mas acho que estamos mesmo é nos tornando um grande novo Afeganistão, pois a situação é tal que nada é feito aqui, as taxas de juros são altas aqui, o desemprego é significativo e a economia é a pior de todos os tempos, não cresce. O senhor ministro da (des)economia recomenda que mantenhamos essa posição pelos próximos quantos anos mesmo? Um decênio, talvez apenas para xicoburi for positivista? A opinião é cheia de incertezas. Se o dever de casa tivesse sido feito corretamente antes das ultimas eleições, certamente não estaríamos nessa marola. As pessoas fazem um grande esforço para argumentar que pode ser possível cumprir suas obrigações… Mas como isso? Se a bufunfa está curta, e que sorte essa para quem ainda a tem e ainda pode pedi-la aos bancos… com esses juros astronômicos!
Xicoburi acho que também parece não haver discussão de outros compromissos que precisam ser cumpridos ao mesmo tempo em que o fundo do poço se torna mais longe de ser alcançado. Quais os compromissos desses que aí estão para tirar o país desse atoleiro que nos enfiaram? Parece para xicoburi que NENHUM até o presento momento! Este acordo não é a única dívida externa da economia, mas uma de muitas e é necessário olhar para todos os compromissos e dizer à nação quais as porcentagens do PIB que irão para, para a educação, para a cultura, saúde, moradia e transporte… principalmente? Que serão destinadas com toda a certeza, e não nas palavras jogadas ao vento para agradar o eleitorado. Será que dirão quanto?
É claro que este é um resultado ordenado, onde as pessoas evitam fazer perguntas difíceis e ficam de olho nas coisas na esperança de que nenhum jornalista vá agora se aprofundar… claro, ninguém deseja ficar desempregado! Então, xicoburi vou terminando este pensamento escrito por aqui mesmo. Tchau e ao Rever!