Hoje, o 28 de maio é lembrado o dia quando foi fundada em 1938 a VW em Berlim, na Alemanha. Xicoburi acho que não há uma pessoas neste nosso imenso país (ou talvez em diversas partes do planeta) que não sinta um amor, uma atração por um automovelzinho especial criado pela Volks… o FUSCA. Xicoburi sei que boa parte do nosso povo já teve o privilégio se não de dirigir, mas de ter dado algumas voltinhas, rodadas com o bom e adoro Fusquinha… Xicoburi mesmo possuo um do ano 1976, branquinho e totalmente original que adoro como se fosse o “filhinho único do papai”. Houveram muitos escritos, filmes e documentários sobre esse carrinho, mas um atualmente que comoveu os amantes desse veículo (e demais pessoas) foi a morte recente num acidente do brasileiro que rodava o mundo em companhia de seu cãozinho num fusquinha e que apresentava tudo em seu canal no Youtube. O Fusca, para que se lembra bem, já inicialmente para ser utilizado em guerras, no deserto e foi em nosso país um carro(pau)para todas as obras, pois foi viatura de polícia, de bombeiros, de taxis, de passeio, de trabalho, de escola, de “ambulância”, foi de tudo um pouco…e ainda milhares continuam sendo o bom e adorado Fusca da Volkswagen, insubstituível. Bem… então este bzumm…bzumm…bzummm sobre a fábrica que criou o “Besourão”….xicoburi vou voando desengonçadamente para a postagem deste dia…
Talvez, como quase sempre xicoburi digo, em autocritica a xicoburi mesmo, posso estar certo posso estar errado, porém estou sempre pronto para receber criticas e correções sobre tudo, absolutamente tudo que escrevo aqui, pois tudo aqui são somente pensamentos que tenho. No que diz respeito às ideias, ciências ou associações, nenhum progresso pode ser feito sem confrontos, sem críticas, sem controvérsias, sem debate ou troca de opiniões ideológicas. E por sua vez, xicoburi opino que isso vale também para quaisquer movimentos históricos notáveis movimento, pois análises e ideais, feitos e ações são a agenda de todo o mundo onde as pessoas interessadas entram com suas críticas e autocríticas. E, além disso, xicoburi penso que é assim necessário substituir as represálias, nas censuras, nas discriminações e nas perseguições através de inteligentes discussões com aquelas pessoas, as quais se expressam e espalham ao seu modo opiniões diferentes àquelas de seus contrariantes ou pessoas adversárias. Certo filósofo de nome Páll Skúlason que faleceu aos setenta anos de idade em 2015, certa vez definiu “Crítica” como: “A atitude é universal em dois sentidos: qualquer coisa pode se tornar seu assunto e a tarefa é uma busca incessante pela verdade sobre o mundo e o pensamento humano.” E xicoburi digo: Essa é uma definição para a Crítica. Poucas coisas são mais importantes para um democrata do que uma atitude crítica. Poucas coisas são mais incompreendidas do que o termo “crítica”. Atitude e pensamento crítico não envolvem derrubar ideias, atirar em ideias e teorias predominantes, opor-se a tudo, tornar-se um cético em relação ao diabo… e dai então se não for isso, xicoburi posso pensar que seja isso mesmo.
Atitude e pensamento crítico é respeitar as ideias, não tomar tudo como garantido, não importa quem o reivindique, mas pensar sobre isso e verificar um pouco mais de perto para ver se o que você ouve é verdadeiro e correto. Se acreditarmos em tudo o que ouvimos, acabaríamos em um mundo onde as teorias da conspiração são mais prováveis do que a própria verdade. Talvez sejamos realmente parte de tal mundo? É muito complicado tanto ter uma atitude crítica quanto manter uma boa comunicação e relações de confiança com outras pessoas. Por exemplo, nas relações com outras pessoas, é importante ouvir o que elas têm a dizer, e antes duvidar de suas palavras, acreditar nelas, a menos que se verifique que algo que elas disseram não é verdade. Então se pode começar a duvidar, e então é provável que o relacionamento se rompa. O problema é que, se acreditarmos em tudo o que nos dizem, algumas ideias falsas se infiltrarão em nossa base de conhecimento, que se tornará parte de nosso mundo de opinião, a menos que sejamos mais diligentes em examinar nossas próprias ideias e tentar descobrir quais delas o que acreditamos ser verdade e o que não é verdade.
E para terminar esta (mais uma!) postagem quilométrica, xicoburi tenho o pensamento que isso é um trabalho interminável para descobrir. Esta é uma pitada definitiva. O que as pessoas devem fazer quando conhecem uma nova pessoa? A questão é que nunca encontramos uma resposta definitiva para uma coisa ou outra, estamos sempre procurando e, quando encontramos respostas, não é de todo improvável que surjam novas perguntas. Aquele que tem todas as respostas e sabe tudo melhor do que todos os outros é provavelmente aquele que sabe menos quando se levanta, porque o verdadeiro conhecimento é acompanhado de humildade e respeito pelo mundo em constante mudança e sua própria mente. Xicoburi tenho algumas dúvidas como, por exemplo, será que a gente deve (sempre) mesmo acreditar no que as outras pessoas dizem e arriscar distorcer nossa visão de mundo, ou a gente deve ter cuidado ao acreditar no que outras pessoas dizem para não distorcer nossa visão de mundo? Se a pessoa tem o autoconhecimento, será que também sabe dizer que tem preconceito(s)? E se essa pessoa tem preconceito(s), será que sabe disso, será que o(s) conhece, ou onde se esconde(m) em sua mente? Tchau e ao rever!
