Querido Diário, “meuzamigo” e “minhazamiga”, saudações!
Liberdade de expressão, liberdade de imprensa, xicoburi acha que está na moda hoje em dia as discussões sobre esses temas. Talvez, xicoburi esteja pensando de uma maneira errada, mas é que penso e que será o tema desta postagem, mas então vou começar escrevendo que o “caos da informação” não é novo agora e é porque quando se lê sobre como artigos sempre tiveram diferentes versões da verdade quando eram publicados nos maiores veículos de comunicação. Os artigos, por exemplo, eram enviados para serem publicados e eles podiam fazer alarido nas rádios, mas sempre havia “porteiros” e nem todos podiam escrever o que queriam nos jornais. Além disso, uma edição que foi publicada em alguma parte da Europa, ou nos EUA e tinha sua versão na China e uma terceira na União Soviética, para citar apenas algumas. E claro, a imprensa daqui publicava sua versão da “verdade” sempre ou totalmente baseada na versão dos norte-americanos com leves pitacos da imprensa “livre” europeia… E supervisionada pelos porteiros que controlavam a entrada/saída da verdade… segundo seus próprios critérios de liberdade de expressão e de imprensa. Xicoburi acho que sempre foi assim, talvez um pouco a mais do que é hoje, mas não a menos.
Todas as pessoas sabem muito mais do que xicoburi sei que os nossos pensamentos e vida motivacional são as coisas mais notáveis da vida. Os pensamentos dos outros são de pouca preocupação para nós, ou deveriam ser. No entanto, nosso relacionamento com outras pessoas é claramente a próxima coisa mais importante. Por que, então, estamos sempre complicando as coisas imaginando todo o inferno? Não podemos simplesmente dizer ou fazer o que queremos e sentar tranquilos e apenas fingir não ser nada e ver onde isso nos leva? Mas não! Tem os porteiros. Há muitos que fazem alarido sobre o que pensamos, sempre há, houve e haverá… Pensamentos não são tão livres.
É aí que xicoburi acho que a filosofia pode ajudar. Os esforços humanos para melhorar continuamente são talvez o que mais nos separa das chamadas “criaturas sem sentido”. Se olharmos para a ciência objetivamente, não podemos deixar de concluir que houve um progresso significativo nos últimos séculos. É certo que estamos progredindo muito lentamente em algumas áreas, mas em geral o progresso é grande. Provavelmente pode-se dizer que a comida é o número três. Ou seja, comida no sentido mais amplo imaginável. Isso é tudo que colocamos em nós mesmos. Em outras palavras: 1. Pensamento. 2. Comunicação. 3. Comida. A classificação em itens mais detalhados poderia então ser de acordo com a conveniência individual.
Alguns podem pensar que o dinheiro deve ser considerado. Esse não é o caso, entretanto. Estes são apenas números em uma folha de papel. É certo que esses números facilitaram o comércio em todas as áreas. Não acho que isso os torne fundamental. Por exemplo, é possível imaginar que todo trabalho é apenas um pensamento lento. Pensamento tão lento. Quem se incomoda em ler essa bagunça? Não é um dos principais problemas de hoje que a informação se tornou tão acessível? A Internet é de certa forma, tão revolucionária quanto à escrita livre de João Gutenberg, foi a sua época; mas xicoburi acho que também se pode argumentar que o caos da informação chegou até ele. Da mesma forma que a carta livre permitiu que todos os tipos de grupos especiais publicassem livros, pode-se dizer que a Internet significa que todos (e quero dizer todos) podemos comunicar as nossas próprias mensagens. Isso cria um caos de informações. Quem e como descobrir o que é verdadeiro e correto?
E então xicoburi vou terminando esta postagem por aqui mesmo, dizendo que é claro, como nós aprendemos com o passado, todos desejamos o que é mais verdadeiro. Porém, quando há dois ou mais lados para cada questão, dificilmente todos podem ser verdadeiros, não é mesmo? Bem, a fotografia naturalmente é de xicoburi, mas não a gravura. Xicoburi encontrei essa linda e interessante gravura, cujo artista desconheço, exposta em algum lugar lá da capital paulista…e tirei a fotografia. Tchau e ao rever!
