A VELHA MÁXIMA DE SEMPRE…

…FELIZ ANO VELHO!…

Querido Diário, “meuzamigo” e “minhazamiga”, saudações!.

O

nde estaríamos se não tivéssemos os votos de ano novo? Xicoburi inicio perguntando. Xicoburi mesmo faço o voto de economizar UM CENTAVO mensalmente e pretendo depositar importância na poupança… Xicoburi mesmo tenho quase certeza que não sobrará nem esse UM CENTAVO por mês. Claro, a maioria de nós trai nossos votos de ano novo. Embora isso fosse o voto de agora. A maioria deles é completamente irreal de qualquer maneira. Xicoburi, por exemplo, poderia prometer não mencionar o bastardo do presidente da república atual, no ano que vem, mas tenho certeza de que trairia isso. Sua popularidade doméstica é obviamente bastante bizarra. No entanto, nenhum jornal parece mencionar que entre os estrangeiros ele é um dos presidentes mais impopulares do Brasil mencionados. Como se acha que vai ser? Ele está apenas pensando no Brasil, alguém poderia dizer. Mas os demais presidentes anteriores nunca fizeram isso? Os brasileiros não são as pessoas mais felizes e desonestas que já caminharam nesta terra? Não é tudo o que há de maior, melhor e maior no continente americano, depois do Canadá e EUA? Pelo menos estes últimos fazem acontecer.

Ah! Mas esta postagem não está sendo escrita para elogiar os norte-americanos ou os canadenses de jeito maneira.  Não! Não! Em vez disso, xicoburi ia falar sobre xicoburi mesmo o próximo ano-novo. Estou pensando em escrever uma autobiografia e começar no próximo ano. Claro, é apenas um rascunho. Considerando o quão persistente xicoburi sou no bloguinho que tenho e como é fácil para xicoburi escrever toda essa merda, sob a inspiração inebriante do único neurônio que ainda tenho funcionando. Não! Não devo ser culpado por escrever uma pequena autobiografia. Porém… aí porém! Sempre há algo para engolir quando xicoburi começo algo grande. Claro, esta minha autobiografia seria absolutamente magnífica e não há como superestimá-la com antecedência.

Xicoburi não deixei a maldita timidez me engolir tanto dessa vez. Caso contrário, meu interesse pela literatura brasileira não é uma simulação. Nesta história de xicoburi quase autobiográfica, o interesse está no alto da própria mente. Claro, não se deve esquecer que, com um pouco de ajuda, consegui ler vários e bons livros da nossa literatura que estão acessíveis na rede e em PDF e, assim, provei a fé inabalável que tenho na cultura que a maioria de nós, brasileiros, abraçou com o leite materno. É claro que também tenho um bom domínio em escritas supérfluas do tipo para evacuar a mente, pois tenho uma longa experiência nessas coisas. Obviamente, xicoburi poderia continuar e continuar sobre essa minha autobiografia, mas na metade da obra as coisas estão como estão, e é óbvio que não está fora de questão considerar este resumo de xicoburi como o primeiro rascunho do prefácio do livro notável, que foi aqui brevemente descrito. Como comecei a escrever sobre este livro novamente, poderia, na melhor das hipóteses, acrescentar mais algumas palavras a este prefácio que estou mencionando. Essas palavras podem ser revolucionadas após um exame mais aprofundado. Por exemplo, não há razão para mencionar o presidente atual do nosso país com seu (des) governo nefasto, neste prefácio, o que pode ser muito longo. E vale a pena mencionar aqui que este livro pode não ser publicado tão cedo, em parte porque espero ter pelo menos cem anos de idade quando isso acontecer… e lê-lo debaixo da frondosa que ainda plantarei e dos filhos imaginários que (nunca) terei.

Permitam-me concluir estas reflexões desta vez e prometer pensar melhor neste abençoado prefácio. É claro que deve haver um prefácio e uma introdução a este livro popular, já que geralmente contém uma das informações mais informativas sobre os livros em questão. Também estou pensando muito se é ou não apropriado ter um glossário neste trabalho. As decisões sobre essa parte provavelmente terão que esperar por algo, já que a vida é curta e não tem que decidir isso. Também pensei muito sobre a divisão das seções e, para ser honesto, o tipo Oswaldo de Andrade poderia se encaixar o melhor possível. E o bom e velho bairro do Brás, na capital. E é verdade que fui um dos primeiros da família nascer naquele lugar notável. Segundo pesquisas, por algum motivo não fui o primeiro; houve outros Permitam-me concluir estas reflexões desta vez e prometer pensar melhor neste abençoado prefácio. É claro que deve haver um prefácio e uma introdução a este livro popular, já que geralmente contém uma das informações mais informativas sobre os livros em questão. Também estou pensando muito se é ou não apropriado ter um glossário neste trabalho. As decisões sobre essa parte provavelmente terão que esperar por algo, já que a vida é curta e não tem que decidir isso. Também, pensei muito sobre a divisão das seções e, para ser honesto, o tipo Oswaldo de Andrade poderia se encaixar o melhor possível. E o bom e velho bairro do Brás, na capital. E é verdade que fui um dos primeiros da família nascer naquele lugar notável. Segundo pesquisas, por algum motivo não fui o primeiro; houve outros mais. E, quem sabe se não menções sobre a vida na pacata cidade onde agora estou vivendo… e mais ainda à pensar.

Bem, então, finalizando digo que xicoburi escrevi esta postagem no blogue quando acordei por volta das quatro horas desta madrugada. E é por isso que digo que algumas vezes o despertar pode não ser tão produtivo…  Ah, sim! Já vou inserindo aqui o desejo de xicoburi para o ano que se inicia! Tchau e ao rever!




Xicoburi, bastante otimista, venho desejar um BOM ANO NOVO…   SALVE O 2001 ! (às vezes para manter a saúde mental em bom estado xicoburi acho que é melhor não pensar no futuro próximo)🤓😬

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