Perceba como tudo está tão tranquilo, como tudo está tão parado e tão abandonado.
Perceba, a noite se aprofunda e cada vez mais se afunda no seu leito querendo dormir.
Perceba o silêncio da estrela que cai e o som distante, tão longe do cão latindo.
Perceba que a lua, nesse mesmo silêncio da noite, esfrega os seus olhos com uma das mãos e com a outra puxa para se cobrir, a nuvem mais próxima que passa ao seu lado, tentando também dormir.
Perceba esta noite de outono.
—-Eu dei uma baita cochilada enquanto percebia esta noite de outono—buaaaa!”