DIZEM QUE O PRIMEIRO AMOR É O PURO E VERDADEIRO, MAS E SOBRE O ULTIMO?
Xicoburi desejando aproveitar deste dia tão especial para os Namorados percebo que há tanta conversa sobre como se lembrar do primeiro amor (ou, alternativamente, como tentar reprimi-lo). Mas xicoburi tenho quase nada ouvido as pessoas falar sobre o último amor. E então, no sentido de que o “ultimo” é um amor que se vai experimentar no tempo que marca o fim da sua vida…
Mais e mais frequentemente, xicoburi começo a me perguntar se não o tal do chamado amor tardio é muito mais importante do que aquele famoso e fanático amor que costume açoitar, bater na gente, quando somos jovenzinhos e incautos… Pois é cada vez mais percebo como um privilégio de experimentar na velhice com o ser amado e… “ser amado”. Xicoburi penso que o tal do amor combina com a experiência de vida – em qualquer estágio da vida em que estivermos – Será que concordam com xicoburi?
Sendo assim, então xicoburi me pergunto: “o que diabos está acontecendo puramente fisiologicamente quando a gente sofre (detesto essa forma de escrever, então…) quando sofremos de um daqueles “corações partidos”? Xicoburi matutando e matutando achei que o maior benefício é, naturalmente, que o primeiro amor é também o último; sim, se tivesse tido tanta sorte! Por outro lado, talvez o último amor que se sente como sendo o único amor verdadeiro na vida então posso perguntar: o que será que foi feito nesse “o último amor” para que se torne “tão forte” e que faz por se esquecer o primeiro?
Porém, xicoburi penso que assim quando alguém que “em qualquer fase na vida experimentou o amor” isso deve ser marcado como algo tão especial que pouco importa em qual fase na vida ele aconteceu. Confuso? Também acho…
——–PS : Este coração penso ser o mais indicado para a data…-———
