O 1º DE SETEMBRO DE 2024 É…

Querido Diário, “Meuzamigo”, “Minhazamiga” e Camaradas saudações! Interessante, que durante a caminhada de hoje mais cedo, xicoburi vi algumas pessoas fazendo suas caminhadas, devagar ou correndo, mas sempre com o aparelho celular nas mãos, e algumas delas…caminhando e olhando para a tela do aparelho…Isso é um vício ou escravidão? Certas coisas que pareciam que resultariam erradas resultam em coisas boas… Por exemplo, na caminhada de hoje mais cedo, xicoburi deixei cair o aparelho celular no chão e causou uma rachadura em sua tela… no que pensei em pinxá-lo no lixo! Mas, antes disso xicoburi resolvi tirar uma fotografia e que resultou numa imagem legal, razoavelmente interessante e assim vou ficar com o aparelhinho de tela rachada… E sendo assim, logicamente libertei-me, sem me tornar “pessoa escrava” das redes sociais ou do próprio aparelho celular… pelo menos hoje, neste dia que prefiro denominar “primeira-feira” e não domingo!

A escravidão, no entender de xicoburi,  hoje é bem diferente do que costumava ser, e é a respeito dessa escravidão moderna que xicoburi estou ponderando, pois os outros tipos de escravidão, as do passado, tomei conhecimento através da literatura e na idade escolar. É e sempre será o caso no sistema em que vivemos, que apenas uma pequena percentagem de pessoas pode tornar-se elite. As condições de vida aqui no Ocidente melhoraram tanto (à custa de outras partes do mundo) que os “escravos” de hoje são tão bons ou até melhores financeiramente do que os proprietários de escravos ou a classe alta tinham antes. No entanto, a natureza do sistema não muda. Os pobres escravos controlam muito pouco, embora tentem constantemente fazê-los pensar que controlam tudo. Ainda é possível demiti-los do trabalho e manipular suas vidas de diversas maneiras. Sim, e faça quase tudo com eles. Claro, não se pode mais matá-los e torturá-los, a menos que haja um motivo especial.

Se a classe alta ou as pessoas proprietárias de escravos pensam, por exemplo, que o seu poder está ameaçado, não hesitam em encontrar alguma desculpa para deixar as suas leis serem relaxadas e permitir matar e torturar ou fazer o que for necessário à vontade. A divulgação sobre o real comportamento das pessoas  senhores/senhoras de escravos é, por exemplo, extremamente mal vista. Não importa o nome do sistema usado. As pessoas escravas inventaram um sistema que não se baseia em mecanismos de recompensa tão complexos e até tentaram fazer com que ele substituísse o outro. Contudo, não teve sucesso, e a imperfeição da humanidade é tal que a lei da selva, onde cada um tenta matar o outro, tão suavemente quanto possível, parece, em muitos aspectos, ser mais adequada.

Mas, xicoburi gostaria de perguntar: Será que ser uma pessoa escrava é pior do que ser pessoa dona de pessoas escravas? Isso pode ser debatido. As pessoas traficantes de pessoas escravas têm seus próprios helicópteros e jatos, mas também precisam manter o sistema. Se as condições de vida das  pessoas “escravas” forem suficientemente boas, eles não terão muito com que se preocupar com as pessoas proprietárias de pessoas escravas. Mas quando essas são boas e bons o suficiente? É aí que reside a dúvida de xicoburi. E quem o interpreta e define? O padrão de vida de todos é melhor que o da humanidade? As pessoas podem ser infinitamente influenciadas por doutrinas religiosas e por todos os tipos de hinduísmo e até mesmo levadas a acreditar que a igualdade é indesejável.

Numa postagem muito curta, claro, não é possível mencionar todos os problemas do mundo, mas os problemas das pessoas proprietárias de pessoas escravas também vêm à tona de vez em quando. O seu sistema de recompensas, que se baseia no dinheiro, no crescimento económico, nas grandes empresas, na formação de blocos, na destruição natural e assim por diante, não é muito confiável e as crises o assolam regularmente. Depois, pode haver períodos em que as pessoas proprietárias de pessoas escravas são forçados a abrandar por um tempo, mas elas sempre mantêm o poder e o protegem muito bem. Mais cedo ou mais tarde, eles pegam o jeito do sistema de recompensa novamente e podem continuar o jogo.  Agora, em algum momento num futuro próximo, ou pelo menos nos próximos anos ou décadas, este grupo de células que me acostumei a chamar de “eu” desistirá e parará de funcionar. O que acontece então, se xicoburi posso indagar? O que acontece então com o próprio “eu” ? Essa é a pergunta de um milhão de REAIS. Existe alguma maneira de descobrir? Não parece existir. No entanto, todas as pessoas desejam obter o máximo de informação possível sobre este assunto. Quase tudo gira em torno disso. Religião, Ateísmo, Céu, Inferno, etc. Houve uma época em que as pessoas pensavam que a ciência decidiria isso. Essa crença parece estar em declínio e provavelmente nunca saberemos; ou saberemos no futuro?….sei lá!

E então, xicoburi vou parando por aqui mesmo com esta postagem e dizendo:

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