Querido Diário, “Minhazamiga”, “Meuzamigo” e Camaradas, saudações! Bem, xicoburi digo que mal começou a semana e já estamos na metade dela…a quarta-feira, que amanheceu com ar sorridente aqui na região, nem quente, nem fria apenas morna. A caminhada de hoje, seguindo por um trechinho da antiga Estrada de Ferro Sorocabana que passa aqui pela cidade rendeu 14,621 passos; 9km842m e queimei 669 kcalorias, isso segundo o marcador do aparelho celular…Espero que isso esteja correto, pois logo pela manhã estas foram boas marcas, xicoburi penso assim… Então, vou pular, pinxar para a linhas da postagem de hoje:

Uma pena, na opinião de xicoburi, que as ferrovias do nosso país foram abandonadas e jogadas no lixo por anos e por governos federais/estados que venderam suas almas para as companhias produtoras de automóveis dos norte–americanos.E agora é um alegria saber que devagar e acho que sempre, as ferrovias voltaram a ter lugar em nosso país continental…Mais de carga e pouco menos de passageiros, mas estão retornando. E é na opinião de xicoburi sempre evasivo ver profissões estagnadas, quase que paradas no tempo e no ócio, protestando contra a modernidade. Certa vez, um sapato de madeira (tamanco) foi tirado do pé por uma funcionária e atirado contra a máquina de uma fábrica, que fabricava pela primeira vez calçados plásticos em nosso país. na tentativa de destruí-la (sabotagem). E não é que certa vez, como esta contado na história, os carroceiros, cocheiros de cabriolés e charretes bloquearam ruas de certa famosa cidade porque cada vez mais, “automóveis” estavam tirando seus sustentos (passageiros!)… E então, mais recentemente taxistas com seus automóveis bloquearam ruas em vez de passar por elas porque os consumidores podem desejar agora escolher outras pessoas profissionais (Uber) para conduzi-los pelas mesmas ruas por onde trafegavam outrora, carroças, charretes, cabriolés, etc…etc…
Lendo, assuntos interessantes da história universal, xicoburi acho/deduzo que não é como se milhares de construtores de carruagens desempregados estivessem vagando pelas ruas porque o automóvel foi inventado. Em vez de produzir velas a partir de gordura de baleia, as mãos trabalham para produzir geradores e lâmpadas. Em vez de construir carruagens puxadas por cavalos, mãos habilidosas trabalham na montagem de carros. Isto tem sido chamado de destruição criativa do capitalismo – a regeneração saudável e necessária numa sociedade que quer melhorar o padrão de vida das pessoas. Olho para o nosso país, e leio, assisto, vejo,ouço que o governo subsidia inúmeros tipos de operações porque os políticos e os seus patronos nas indústrias protegidas pensam que sabem mais do que os consumidores. Xicoburi não sei ao certo, mas talvez, isso mantenha vivas as profissões, e talvez apenas provoque a sua estagnação e a pobreza dos seus trabalhadores, e talvez os subsídios garantam a disponibilidade da carne bovina brasileira nos supermercados nacionais e talvez…talvez…talvez…e talvez os mesmos subsídios eliminem os incentivos para colocar a mesma carne no menu dos restaurantes mais caros do mundo….talvez! Em troca receberemos mais propagandas de comidas estrangeiras, na imprensa nossa vendida, que elas sejam melhores e mais gostosas do que as nossas, talvez! Xicoburi indago se será somente o nosso país a agir dessa maneira ou, talvez, seja uma algo semelhante acontecendo mundialmente?
Bem, antes de terminar esta postagem, xicoburi desejo inserir aqui algumas “pepitas douradas” que encontrei na “rede” as quais julgo serem “inteligentérrimas” ou “inteligentíssimas” e que fazem xicoburi rir… de tristeza:
Quem será que disse isso?
– “Eu sei que Ser Humano e peixe podem ter uma relação pacífica, mesmo que um viva na terra e outro n’água!”
– “Somos uma nação comercial e industrial. Cada vez mais as nossas importações vêm do exterior, e as nossas exportações vão para o exterior!”
– “Uma das melhores coisas dos livros é que às vezes eles contêm imagens legais!”
– “Acho que podemos concordar que o passado acabou e o futuro nem começou ainda!”
– “Quantas pessoas já cumprimentei com um aperto de mão e quantas já me cumprimentaram com uma piscadela?”
– “Espero que cheguemos ao fundo da resposta. Estou interessado em saber o quão profunda ela será”.
– “Se você não tem motivos para se defender, você não tem motivos para ofender!”
– “Israel e Palestina são os lugares onde as pessoas pulam dos telhados dos templos e sinagogas antes do primeiro tiro ser disparado!”
– “Quando eu falo de mim e quando ele fala de mim, nós dois estamos falando de mim, certo?!”
Então, vou dizendo de vez: