Querido Diário, “Meuzamigo”, “Minhazamiga” e Camaradas, saudações! Xicoburi, como sempre faço nas manhãs…caminhei bem caminhado hoje também, utilizado um par de tênis com solado macio. Observei que quem passava próximo a xicoburi também caminhava ou corria utilizado calçados apropriados para esse tipo de exercícios, mas também vi uma ou outra pessoa com chinelos, talvez por causa do calor. Daí, passou pela mente de xicoburi escrever algo sobre calçados e aqui vai a postagem de hoje…

Calçados, calçados e mais calçados; Boas notícias para reflexão de xicoburi com este texto extraído da amada Wikipedia:
“O Sapato no Brasil. Utilizados somente como proteção dos pés, com a vinda da corte portuguesa ao Brasil, em 1808, o comércio sofreu um incremento e os costumes europeizaram-se, passando o sapato a fazer parte da moda. Nesta época os escravos eram proibidos de usar sapatos, mas quando conseguiam a liberdade, compravam um par de calçados como símbolo da nova condição social. Como muitos não se acostumavam a usá-lo, viravam objeto de decoração ou de prestígio, carregando-os, orgulhosamente, nos ombros ou nas mãos. Apesar de existirem várias sapatarias no Rio de Janeiro para atenderem o mercado da alta sociedade local, o calçado normalmente era importado da Europa. No final do século XIX o modelo básico do calçado era a botina fechada de camurça, de pelica ou de seda para as mulheres mais abastadas, e os chinelos para o restante da população feminina. Nas décadas de 1910 e 1920 o modelo de sapato feminino mais usado no Brasil era o borzeguim ou a botina, evitando os pés expostos, mesmo que os vestidos já tivessem subido seu comprimento. No pós-guerra houve uma mudança muito grande na maneira de vestir e de calçar. A mulher passou a sair às ruas, praticar esportes e cuidar do corpo, sendo o tênis inventado nessa época. Além disso, como os vestidos encurtaram, os sapatos ficaram mais à mostra, aumentando a preocupação com a estética do calçado! “
E não faz muito tempo isso quando xicoburi estava pensando no que o governo vê sobre as vendas de calçados? E então, xicoburi fui imaginando um mundo onde o governo produz, distribui e vende sapatos – subsidiado, claro, uma vez que possuir sapatos pode ser visto como uma espécie de direito humano. A praticidade obviamente estaria em primeiro plano para não desperdiçar objetos de valor: os sapatos seriam padronizados na aparência, na seleção de cores e na seleção de materiais. Vendedores de calçados com formação universitária ensinaram as pessoas a se adaptarem a essa gama homogênea de produtos com diversos materiais de leitura, palestras e aulas especiais, conforme necessário. As pessoas se acostumaram com esse sistema e não têm muitas opções. O que está disponível é bom o suficiente para a maioria das pessoas.
No entanto, há quem não aceite a seleção limitada e a uniformidade. Pagam certamente os seus impostos em troca de calçado subsidiado, mas mesmo assim optam por desembolsar ainda mais dinheiro para ter acesso a uma maior selecção e a outros tipos de calçado. Entre as sapatarias oficiais, surgem sapatarias “privadas” com todos os tipos de sandálias estranhas, botas de couro e outros enfeites. De acordo com a natureza do assunto, nem todos podem pagar os impostos e as taxas das lojas de calçado privadas e, portanto, o atendimento nessas lojas é geralmente bastante fraco. Porém, alguns conseguem atrair clientes. Mas de repente ficará claro para o governo que a seleção do governo não é adequada para todos. E quem tem pernas tortas ou irregulares? Eles não podem andar na pele do Estado. Depois, há os atletas – eles querem calçados mais leves e que respirem melhor. Não são mencionados os montanhistas, as pessoas que suam muito nos pés e aquelas que querem poder caminhar pela neve sem congelar os dedos dos pés…ou as pessoas atletas que correm num asfalto quente.
Os relatórios são escritos e os comitês são colocados na mesa. O assunto está sendo discutido em círculos nos diversos órgãos do setor público. O que deve ser feito para satisfazer as necessidades destes desordeiros que não conseguem se colocar no lugar do governo? Todos os tipos de projetos especiais devem ser implementados para acomodar estas minorias que não podem usar os sapatos padrão do governo. Todos ficam felizes, até que alguém diz: Por que o governo é responsável pela produção e distribuição de calçados? Não há demanda que exija oferta? As entidades privadas não podem simplesmente dominar todo este mercado? E ao longo do caminho a escola funciona? Todo mundo quer bons sapatos e uma boa educação. O Estado não tem nenhum papel aqui, exceto o de se envolver mais e mais nisso. Bem, então isto é tudo para postagem…