O 11 DE OUTUBRO DE 2023 É…

…A 41ª QUARTA-FEIRA E O 284º DIA DO ANO!

Querido Diário, “Meuzamigo”, “Minhazamiga”, Camaradas, saudações! Xicoburi plantei há talvez três anos atrás uma  muda de jabuticabeira e este ano está dando seus rebentos… E mesmo com as alterações de temperatura, e com o clima “meio loucão” ora um baita frio ora um quente demais, a jabuticabeirazinha produz e xicoburi já colhi pela primeira vez uma boa porção (mostrei numa dessas postagens) e as frutinhas são doces como o mel, e agora novamente a planta floresce e em breve vou poder colher mais jabuticabinhas… Isso é bom, bom de mais!

E aproveitando-me disso com o clima xicoburi acho que é um jogo mais distorcido. Afinal, o clima está em constante mudança. Um dia o frio deveria nos matar e no outro com aquele baita calorão deveria ser uma memória distante. Mas então tudo muda de uma forma diferente da prevista pelos modelos. Que coisa mais chata! E é claro que tem aquele grupinho de pessoas que imagina que já estamos nos Tempos Finais, e o clima é uma das indicações disso. Esse grupinho de pessoas tem muitas líderes de torcida. Nunca se sabe. Um dia a profecia do apocalipse se tornará realidade. Talvez demore algumas dezenas de milhares de anos, talvez alguns dias. É uma questão de tempo. Finalmente, algum profeta do Juízo Final está certo.

O fim do mundo é na verdade zero e não é difícil bater esse número. Mas é hora de adicionar mais uma previsão. Estamos lidando com mudanças climáticas! Guerra nuclear, a qual e quem sabe, pode ser eminente! Há ainda a guerra Ucrânia/Rússia e mais recentemente o conflito Palestina/Israel se agravando.  E dai xicoburi li a notícia que há o tal do “Relógio do Juízo Final” o qual nunca esteve mais perto da meia-noite depois que pesquisadores do Boletim dos Cientistas Atômicos (BPA) mudaram os ponteiros de 100 segundos para meia-noite para 90 segundos para meia-noite. Isto pode ser parafraseado: um grupinho de pessoas acredita que o mundo nunca esteve tão perto do fim. É claro que é possível aumentar consideravelmente as possibilidades, por exemplo, de chegar a uma potência nuclear esvaziando os arsenais dos países ocidentais até que os grandes aviões com as grandes bombas sejam lançados. Uma guerra terrestre mais lenta, onde se atira com cautela, se transforma em áreas inteiras cobertas de bombas. Isso poderia potencialmente acelerar o fim do mundo. Vá lá, saber!

E xicoburi acho também que é possível cultivar mais vírus em laboratórios e libertá-los na atmosfera, e depois convencer o público a injetar-se com disparates inovadores. Talvez não seja o fim do mundo, mas claramente uma forma eficaz de reduzir um pouco a população humana (intencionalmente ou não vamos especular). Vá lá saber!

Bem, e para terminar esta posta para que ela não se torne tão longa… (pois não haverá tanto tempo assim…) xicoburi imagino que uma coisa não funciona: a disseminação do medo. Ele trabalha. Ele impressiona. Ele é o suficiente, por enquanto.  Dai, então: TCHAU E AO REVER!

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