04 DE FEVEREIRO DE 2023…

… O 5º SÁBADO DO ANO!

Querido Diário, “Minhazamiga” e “Meuzamigo”, saudações!

O clima da região amanheceu representativo com o temperamento que xicoburi pessoalmente tenho: cinzento, melancólico, porém simpático e sempre anunciando melhorias! Sendo assim, xicoburi espero que tenha sido uma boa jornada de sábado! Claro, acho que pretendia escrever algo sobre a psique da gataiada que tenho em casa, embora não seja especialista nesse campo. As pessoas que gostam de gatos devem ficar de olho nas postagens que faço, porque pode ser que xicoburi me torne real em breve. Acho que é mais importante escrever sobre os felinos do que escrever quotidianamente sobre as “mijadas e cagadas” que o “ex-governo-incompetente-e-marginal” e sua camarilha fizeram no grande caixote de areia da nação e que nos legaram muita sujeira para ser limpa. 🤓

Xicoburi assisto frequentemente na TV esses jogos de “conhecimento” e esses por sua vez divertem xicoburi com a versatilidade ou o semi-analfabetismo de algumas pessoas ousadas que deles participam. Isso dura, até cair alguma questão relacionada com o nosso idioma nacional e sua labiríntica gramática, porque lá, sempre ou quase sempre, com isso fico melancólico. É triste ver jovens estudantes, mas também profissionais formados por diversas faculdades e artistas, pessoas decentes de cada profissão, que sabem muito, mas ignoram seu próprio idioma. É óbvio, que aos poucos estamos perdendo a noção de o quanto o nosso belo, rico e secular idioma é importante e é óbvio que a sua gramática não é tão mais ensinada ou ensinada o suficiente ou ensinada corretamente, sei lá… quanto o era  nas décadas passadas sob olhares atentos das boas e dos bons mestres da Língua Portuguesa…

E por mais que seja compreensível e muito fofo que a maioria das pessoas mais jovens use entre si a sua própria “língua meio grega, meio inglês”, tão insensata que é ouvir alguns, altamente educados, políticos, jornalistas e outros, usar linguagem vaga, da mesma maneira e às vezes nos servem termos da sua própria inspiração que eles não têm nada a ver com a importância que lhes é dada. E já ouvi algo de “telemônias”, e “sustentabilidade” e “híbrido”, e outras coisas boas, e agora temos as “conexões” mais frescas, que com tudo o que sei e xicoburi não entendi e fui obrigado a abrir os dicionários, para ver como (conectar = conectar, interdependência, relacionamento/conectar = conectar, entrevista, fazer algo complicado, desconfortável, e adaptar-se, coincidir, encaixar-se) as pessoas foram definidas para nos fazer esquecer o pouco que sabemos.

Embora, penso que haja tanto ainda neste nosso país para ser corrigido e tanto já não pode ser mudado que até xicoburi poderia dizer cem palavras sem nada para dizer. E então, xicoburi ando em círculos, pois agora quase não há como não se andar em círculos para entender o caos que foi recentemente nos legado.  CATÁSTROFE ===xicoburi simplesmente alteraria todas as suas definições abaixo para simplesmente: GOVERNO BOLSONARO ou incluiria a 4ª definição para catástrofe | n. f. ca•tás•tro•fe (grego katastrofé, – és, destruição, ruína, submissão, dominação) substantivo feminino 1. Grande desgraça que atinge muitas pessoas. CALAMIDADE  2. Desfecho de peça dramática. 3. Situação negativa ou desastrosa. = DESASTRE  4. GOVERNO BOLSONARO.

Então, por aqui mesmo vou terminando esta postagem. Tchau e ao rever!

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