Querido Diário, “minhazamiga” e “meuzamigo”, saudações!
Antes de marchar para a postagem de hoje, xicoburi vou dar mais uma vez de “tio velho” e conto outra “estoriazinha” que segue assim:
Certa vez, há muitas e muitas luas passadas, uma pessoa possuía um arco para caça feito de marfim, com o qual ela lançava flechas para bem longe e acertava os alvos com a maior presteza, e isso fazia a pessoa valorizar bastante esse arco. Porém, uma vez, a pessoa ficou olhando para o arco e pensou: “Nossa! Que arco mais sem graça! Não tem uma única decoração, vou mudar isso já!” A pessoa foi até um artista e pediu para que ele decorasse o arco com imagens de caça. E o que foi feito. A pessoa ficou satisfeitíssima com o resultado e olhando novamente para o arco pensou: “Eita! Agora sim você ficou maravilhoso! Você mereceu isso meu arquinho querido!” E então logo em seguida a pessoa desejou experimentar o seu recém-decorado arco. Esticou e o esticou para lançar uma flecha para bem longe como sempre fazia… e bimpa! Tleque! O arco se partiu de tão fino e fraco ficou o marfim com tanta decoração nele estampada.
Pronto e assim termina essa estorieta tão instrutiva e daí então xicoburi começarei a escrever que se inicia justamente agora: A política aborrece xicoburi às vezes, mas nem sempre. Uma postura decidida e partidária a esse respeito parece para xicoburi ser demais. Por exemplo, deixei de ter as mesmas preocupações com o presidente atual da nossa república, que tinha no início de sua presidência. O que quer que se diga “dele” e de sua conduta, acho que “ele” vai se safar facilmente seja lá o que esteja sendo discutido a seu favor ou contra “ele” e sua tropa neste momento. É até concebível que ele (com a ajuda do “escritório”) vá muito bem nas eleições deste ano. Embora as denúncias contra si provavelmente seja aprovada por todos os seus simpatizantes, e é pouco provável que aconteça também no Senado, mas por algumas pessoas que compõem esse órgão. Impedimento? Xicoburi posso já dizer que jamais, pois não tempo hábil para isso e são necessários dois terços dos votos para que o presidente renuncie. A sua turma têm maioria lá.
A lealdade partidária aumentou muito recentemente no nosso país e o “testa de ferro” que está na (des)governança atual da nação não a reduziu. Xicoburi até me risco a pensar e escrever aqui que ele mudou a presidência. Até agora, os presidentes comportaram de maneira diferente dele. “Ele” usa mentiras e enganos como outros em suas relações com o pelas redes sociais. Até agora, seus colegas desprezavam as mídias sociais e fingiam estar acima delas. Então “ele” teve uma grande guerra com a mídia e sempre finge saber melhor do que elas e apesar de dizer que é favorável a liberdade de expressão e de imprensa, “ele” não suporta jornalistas… principalmente se forem femininas! As jornalistas decididamente são um calo no calçado dele. “Ele” as trata sempre com o maior desrespeito e agressividade… sempre!
Pode-se dizer que algum tipo de disputa constitucional surgiu na grande nação mais ao norte que nos domina. E, a governança de lá é exemplo para os de cá… O presidente e o parlamento não concordam em nada sobre quais poderes esse mesmo parlamento tem. Os assessores mais próximos do presidente podem ser intimados ou o presidente pode proibi-lo? Mesmo que o Congresso prevaleça em tal caso perante a Suprema Corte daquela nação, a qual xicoburi já referi logo mais acima, resta saber se eles conseguiriam se recusar a responder a certas perguntas, e poderia levar muito tempo para que isso fosse resolvido. Então talvez fosse hora de novas mudanças com as próximas vindouras eleições. Mas, xicoburi gostaria de saber se “ele” ainda, por exemplo, poderia concorrer mesmo se fosse condenado à perda do cargo?
Bem, então após esta mais uma postagem sem qualquer importância, a menos para xicoburi obviamente, vou inserir mais uma fotografia para alegrar esta escrita de hoje e desejar Tchau e ao rever!
