Querido Diário, “meuzamigo” e “minhazamiga”, saudações!
Hoje, o 18 de agosto, nesta quinta-feira que amanheceu chuvosa e friazinha e que será propicia para um bom prato de macarronada alho-e-óleo com um ou dois copinhos de vinho tinto, titio xicoburi começarei contando uma historiazinha que contarei, talvez com algum erro e nem peço que a entendam, pois muitas vezes nem mesmo xicoburi entendo o que o único neurônio que tenho funcionando faz com que xicoburi escreva, como já disse aqui varias vezes, mas que ilustro com uma fotografia que tirei hoje mais cedo. E então lá vai ela, que se inicia com o costumeiro “Era uma vez”, uma espécie de “concurso de beleza”. Naquela época, e não faz tanto tempo assim, a economia dum belo país que tinha e ainda tem tudo para dar certo e que contava com uma boa administração, estava deslanchando e se tornando algo invejável. Mas, que tristeza, de alguma forma, até para xicoburi parece anos-luz atrás, o belo país se tornou tão feio porque muito mudou… Preferiram colocar na direção do concurso outras pessoas para administrá-lo e que muitos já sabiam “lá de dentro dos bastidores” que seriam eles os principais atores desse colapso. Logo que chegaram à casa, por tão pouco tempo, fizeram em conluio o desmanche daquela outrora boa administração do concurso de beleza desse país que agora está prestes a entrar em colapso com sua economia quase em ruinas. Entretanto, eles mentem e dizem que logo mais, quem sabe no próximo ano, o país que está recebendo agora uma maquiagem, voltará a ser um belo país com toda a certeza enganadora que eles têm…
Para xicoburi, algumas pessoas parecem estar esperando que o governo faça um truque de mágica – para encontrar uma “solução” que resolva os problemas de todos, como um mágico tirando um coelho da cartola na frente de uma plateia animada. No entanto, há uma grande desvantagem nessa atitude – não é possível “salvar” a todos – e ainda mais: nem todos devem ser “salvos”. O fato é que, mesmo que não houvesse colapso bancário e se a taxa de câmbio da coroa tivesse permanecido nos níveis irreais, por volta de 2006, algumas pessoas teriam falido. Há sempre algumas falências, mesmo nos mais “bons tempos”.
Sempre há pessoas que gastam demais, emprestam muito além de sua capacidade de pagar ou desperdiçam seu dinheiro com alguma bobagem. Não é papel de a sociedade garantir que pessoas irresponsáveis possam manter seu padrão de vida. Deve haver uma exigência definitiva de que as pessoas assumam a responsabilidade pelas consequências de seus próprios erros. O sistema de bem-estar pode garantir que ninguém passe fome e todos tenham um teto sobre suas cabeças – mas não é justo “salvar” as pessoas de todas as consequências de seus próprios erros. O problema, no entanto, é onde traçar a linha – quem deve ser “salvo” – e quem não? Há um certo grupo que tem dívidas quase incontroláveis - dívidas muito acima do patrimônio e capacidade de pagamento. Mesmo essa estúpida ideia progressista de uma revogação completa não beneficiaria esse grupo. Alguns neste grupo simplesmente não podem ser “salvos”. No entanto, há outro (e um grupo bem grande) que está com problemas, mas pode ser ajudado – e os planos de assistência também devem ser direcionados a esse grupo – as pessoas que ainda têm a chance de manter seus lares, casas ou apartamentos e/ou estão prontas para reformá-los ou para construí-los uma do zero.
Xicoburi vou terminando por aqui mesmo esta postagem de hoje, mas não sem dizer que penso que tentaram e tentaram e fizeram de tudo para transformar a economia de uma bela nação em ruínas que quase já conseguiram! Parabéns pela persistência e perseverança! 🤓 Tchau e ao rever!

