0 1º DE JANEIRO É…

Não sei não! Mas, parece que não tenho nenhuma mensagem especial de Ano Novo para entregar e, pronto, xicoburi devo permanecer em silêncio. Xicoburi ainda não sei se virá ela, através do único neurônio que ainda tenha  funcionando, não é totalmente inesperada, mas ainda assim bem-vinda, porém agora estou começando a escrever do jeito que der…

ANO NOVO: Como será o 2025? Bem, xicoburi penso que não se duvide que este será um bom ano, pois escolha qualquer um deles que ainda está por vir, porque certamente não importa qual ano seja escolhido, será muito melhor que os anos do período 2019/2022…  E para praticar um pouco da gramática da Língua Internacional, xicoburi digo: “elektu iun el ili, kiuj estas ankoraŭ venontaj, ĉar certe ne gravas kiu jaro estas elektita, ĝi estos multe pli bona ol la jaroj de la periodo 2019/2022…”

Já que xicoburi não comemora essa data, o Natal foi um sucesso, comida boa e coisa e tal. Mesmo assim, comi o trivial para um vegetariano que sou saladas, hambúrguer feito à base de soja, em comparação com as carnes diversas, como deveria. No entanto, nem tudo pode ser feito e não é certo que ambas as partes estejam sempre disponíveis. Parou agora. O país parece estar em ascensão. Controle do desemprego e tal; pelo menos acho que muitas coisas estão melhorando, se bem, que percebo uma disputa nesse mercado capitalista para ocasionar um fracasso econômico, com a constante alta do dólar e fustigar, contrariar, provocar (ou devo dizer castigar?) o governo do presidente atual.

LEITURAS: Li um dos livros que compõe a coleção completa de OSWALD DE ANDRADE, (1890/1954), cujo título é DICIONÁRIO DE BOLSO e achei muito bom. Ganhei alguns deles no Natal. Definitivamente, não sou tão bom em pensar  quanto ele, e nem espero que isso aconteça ; temos correspondência em muitas coisas, mas não em tudo.  Um dos verbetes do livro que julgo ser interessante é este a respeito do “Francesco Matarazzo“ (1854/1937), que segue assim: 

“Conde Matarazzo, compra caolim* e vende açúcar. Contrata a força de trabalho do operário por dia, paga-lhe o necessário para que não morra de inanição, isto é, menos da metade da jornada total. Tira assim par o seu bolso todos os dias meia jornada de trabalho de cada trabalhador. Por isso é imensamente rico e poderoso e seus operários são imensamente pobres e desgraçados. E continuarão assim enquanto não tomarem violentamente as fábricas e os moinhos. A polícia protege-o e atira sobre os operários que ele mesmo envenena com os seus produtos falsificados. Os bancos abrem-lhe as arcas de crédito. A imprensa adula-o. Um prefeito deu-lhe de presente uma porta do cemitério mais rico da cidade. Mas a revolução social há de atirá-lo à vala comum que espera os grandes e os exploradores do povo.” * o escritor grafou a palavra assim mesmo, e não “caulim”.

Xicoburi achei isso genial, mas não sei que livro vou ler a seguir, mas quem sabe se não começarei com mais um dos livros dessa coleção do mesmo autor…

Bem, e assim vou terminando esta postagem e espero voltar com mais assiduidade a este diário que tenho de hoje em diante.

TCHAU E AO REVER!