O 19 DE DEZEMBRO É…

Querido Diário, “Meuzamigo”, “Minhazamiga” e Camaradas, saudações!

Para contemplar as cores no céu desta manhã, xicoburi parei por alguns instantes a andada que estava fazendo e posso dizer que estava bastante joia!  E então, xicoburi imagino que se as pessoas tirassem a cara do celular e olhassem mais para o que é natural, iriam gostar também!

CLIMA: O novo evangelho aparece-nos, os governantes do mundo concordam que a melhor forma de controlar a confusão é anotar as opiniões daqueles que acreditam que tudo está no caminho certo para o inferno em questões climáticas. Aqueles que têm tudo a seu lado em relação ao aquecimento global e ao efeito estufa podem muito bem estar certos. A sua propaganda ainda começa a lembrar-me das crenças religiosas do passado. Eu próprio estou um pouco inclinado a acreditar que não está totalmente provado que o aquecimento da atmosfera seja causado pelo homem. Com isso, devo ter-me tornado mais negador, inflexível e indiferente, pelo menos nos círculos dominantes da nossa parte do mundo.

GEOLOGIA: “No domingo, 23 de outubro, no ano 4.004 antes de Cristo, Deus criou a Terra.” Isto foi calculado pelo arcebispo irlandês Ussher por volta de 1650 e muitos acreditaram que se tratava de uma nova rede. E num almanaque de 1911, se pode ler que: “Este ano, as equipes são consideradas desde a criação do mundo 5.878 anos.” E, no entanto, os principais cientistas não acreditaram nisso. O próprio Darwin acreditava, em seu livro sobre a origem das espécies, que mais de 300 milhões de anos haviam se passado desde a segunda metade da Idade Média. No entanto, xicoburi achei interessante saber que o tal  Lord Kelvin calculou que, com base na espessura da crosta terrestre, ela não poderia ter mais de 40 milhões de anos. Darwin não gostou disso, mas não conseguiu. Sob o disfarce do próprio Newton, a física era quase tão intocável quanto a igreja cristã.

O ganhador do Nobel Ernest Rutherford resolveu o enigma mostrando que a radiação causa a geração de calor no interior da Terra. Assim, a crosta terrestre pode ser muito mais antiga do que se pensava.  O alemão Alfred Wegener apresentou a teoria de que os continentes estavam a afastar-se e apoiou-a com excelentes argumentos. No entanto, não foi possível demonstrar quais foram às forças que moveram os continentes. Mais tarde, porém, foi demonstrado que haveria correntes parasitas no manto da Terra; e xicoburi digo também que ele faleceu aos 50 de idade vitima de hipotermia…

A teoria da deriva da Terra não funcionou totalmente até que foi ligeiramente modificada, de modo que os continentes ficaram em placas que, em alguns lugares, se esfregaram e, assim, causaram terremotos. Em outros lugares, como por exemplo, na Islândia, porém, eles se afastaram uns dos outros e ali o fogo das entranhas da terra teria uma saída mais fácil do que em qualquer outro lugar.

Acredita-se que a cada 26 milhões de anos, o sistema solar passa por um grande cinturão de meteoritos e, às vezes, grandes meteoritos pousam na Terra e têm um grande impacto na vida e no desenvolvimento ali. Por exemplo, o desaparecimento dos dinossauros há 65 milhões de anos foi explicado por ele. Na história evolutiva da vida na Terra, rupturas semelhantes parecem ter ocorrido com mais frequência.

E não desejando ser tão malvado, porque xicoburi deveria discutir assuntos que desconheço como teologia ou geologia? Não é bom ser tão pé no chão; bem, isso é absolutamente verdade! E terminando esta postagem por aqui mesmo, digo que tudo o que xicoburi escrevi logo aqui acima é uma breve releitura de uma pesquisa sobre o que li nas publicações na rede de computadores… Sim! Essas publicações nos torna conscientes da sabedoria de que nada resta. Xicoburi imagino que devemos ler, reler, analisar e pensar a respeito do que é publicado, do que imaginamos ser o correto e não ficar sempre republicando textos que lemos, pois na maneira que tenho de  opinar, nem tudo que é publicado é digno de confiança e embora a desgraça sagrada da filosofia seja uma merda doméstica dessa forma. <.>TCHAU E AO REVER!<.>