Querido Diário, “Minhazamiga”, “Meuzamigo” e Camaradas, saudações! Hoje, é “primeira-feira” como prefiro denominar o domingo, dia que bastante pessoas vão às igrejas e templos para orar aos deuses e santos diversos pedindo proteção. Talvez, pelo nosso país inteiro, boa parte dessas pessoas esteja já vendo “santinhos” espalhados pelo chão. Xicoburi digo que pela quantidade de “santinhos”, para não dizer lixo, espalhados pelas ruas, a cidade onde vivo amanheceu hoje bastante ”abençoada”, para não dizer emporcalhada! Quando vão começar a limpeza? Talvez, aguardando a chegada das chuvas para as águas levem tudo bueiro abaixo. Ou apenas ao sair das casas de orações vão esperar que os deuses fizessem a devida limpeza?

De certo, que os deuses não estão nada felizes com toda essa sujeira, que cada vez mais vai “emundando” todo o planeta. Há castigos, punições para isso: enchentes, poluição das águas, catástrofes ambientais, doenças e tantas coisas mais terríveis, tudo provocado pela sujeira… Xicoburi imagino que os deuses e as deusas que as pessoas acreditam existir, não gostam de sujeira, esses Seres gostam de limpeza e desejam que este planeta nosso que é componente do grande Universo esteja sempre limpo, limpo até de seres humanos porcalhões, como aqueles que espalham “santinhos” pelo chão…
Xicoburi acho que os “elétricos” do ateísmo são uma boa ideia – fazer as pessoas pensarem sobre a validade de serem guiadas cegamente pela fé em alguns super-homens invisíveis, mas no processo mostrando o feliz fato de que a religião está, de certa forma, em declínio. Há algumas centenas de anos, as pessoas corriam o risco de serem executadas por terem opiniões como estas: “Não acredito na existência de super-homens-divinos e invisíveis”. “Não acredito que os textos religiosos escritos há vários milhares de anos (e censurados ao longo do tempo) tenham qualquer significado real para o mundo ou para mim pessoalmente”. “Rejeito a ideia de que qualquer organização religiosa tenha o direito de me impor um código de conduta ou de me dizer como viver a minha vida”. “Estou livre das algemas da religião e tenho orgulho disso”, pois as pessoas teriam arriscado ser praticamente excluídas da sociedade por causa delas, pois estariam colocando o nome de Deus em vão… Atualmente, no entender de xicoburi, as pessoas podem se dar ao luxo de afixar dizeres mais moderninhos como estes aqui que hoje decoram os veículos, alguma coisa assim: “Este eu dirijo mas é guiado por Deus”…”Consegui comprar porque Deus quis”… “Sou bom/boa motorista, mas que Deus te proteja”… ”Nunca fui eu, sempre foi Deus”, etc…etc… E sem duvida, tais opiniões não têm envolvido qualquer punição. Embora, xicoburi esteja em muitos aspectos de acordo com as pessoas que são membros da “Incredulidade” cujas ações podem ser interpretadas como uma forma de pensar que a religião deve ser levada a sério – é algo de que se deve rir.
E xicoburi discordo disso – pois tenho a opinião que a religião é um problema sério – uma das piores invenções da humanidade desde o início. Zombar da religião é como zombar do uso de drogas, das epidemias ou da escravidão – simplesmente não há nada de engraçado nesse assunto. É claro que o demônio espera que um dia a humanidade supere a necessidade da religião, mas as chances de isso acontecer são, infelizmente, menores do que a da religião fazer com que a Humanidade se extermine. Sim, isto é uma melhoria! Mas, infelizmente esta tendência não é visível por todos os lados – mas muitos países do Ocidente estão no caminho certo, talvez com algumas exceções, como os EUA, e xicoburi também não acho engraçado.
Bem, então isto é tudo para esta postagem, que todas as pessoas tentem se harmonizar com o Universo da melhor maneira possível.