O 6 DE JUNHO DE 2024 É…

Querido Diário, “Meuzamigo”, “Minhazamiga” e Camaradas, saudações! E assim foi a caminhada de hoje, a qual começou sob um nevoeiro, um friozinho dos bons e depois apareceu o sol e seu brilho iluminando o caminho para a esquerda: ”ando devagar porque não tenho mais pressa e já corri demais…” mesmo assim xicoburi desejei desde o início deste amanhecer uma boa jornada de quinta-feira!  E lá vou xicoburi inserir algumas linhas de pensamentos ultra-super-nada-significativos… 3…2…1…fui para baixo das duas fotografias que insiro aqui…

Ontém à noite, xicoburi estive pensando, como é incrível como a mente funciona. Nós aprendemos todos esses termos que podem se referir a coisas reais que existem, coisas reais que não existem, e ficção que pode existir e ficção que não existe.

Todas essas coisas são algum tipo de fenômeno. Eles aparecem para nós de alguma forma. Eles não estão presentes apenas diante da nossa percepção, mas também na nossa mente. Por exemplo, xicoburi posso mencionar ‘cavalo’ e outra pessoa  pode visualizar um “cavalo” diferente sem ver um cavalo à sua frente. Se pode até imaginá-lo carrancudo, imaginar como seria acariciar sua crina, imaginar o cheiro. Talvez,  xicoburi esteja errado, mas isso significa que trabalhamos constantemente em dois tipos de bancos de dados. Um deles recebe informações através dos nossos sentidos, como objetos naturais ou feitos pelo homem, enquanto o outro recebe informações da nossa mente, que podem então ser memórias ou imagens. 

Xicoburi também pondero o  simples fato das pessoas terem este acesso aos termos é notável, mas este banco de dados parece progredir um a um e é mantido vivo por interações, que se expressam de todas as formas.  Xicoburi acho, pois não tenho certeza disto-à que o fato de podermos imaginar um elefante e um rato sentados numa enorme bola, e podermos visualizar tal imagem, nos diz muito sobre o poder da imaginação; e como isso pode ser confundido com as memórias. E então é surpreendente como tal imagem pode ser criada em nossos tempos, não apenas desenhando e pintando, mas pedindo à inteligência artificial, a tal “ IA  “, que a crie para nós, mas nada comparado a uma imagem real como mostra as fotografias anexadas mais acima nesta postagem,  possivelmente não tão boa, mas imaginemos que seja… não é mesmo?