O 23 DE FEVEREIRO DE 2024 É …  

Querido Diário, “Meuzamigo”, “Minhazamiga” e Camaradas, saudações!

Hoje sendo sexta-feira e xicoburi acho que em muitos aspectos é o melhor dia da semana, depois, logicamente da segunda-feira! Pelo menos era assim quando se podia tirar folga nos fins de semana. Para muitos ainda o é. Quando a pessoa para de trabalhar, todos os dias ficam iguais, porém, os passeios, os bate-papos as visitas e. as limpezas do quintal são mais freqüentes e é para isso que nós, as pessoas que paramos de trabalhar… Vivemos!  Ontem, à tardezinha avistei algumas nuvens que fizeram xicoburi recordar uma recente notícia vinda da Índia que ouvi na rádio. Foi anunciada que nesse país, foi proibido a venda daquela guloseima que muitas pessoas, principalmente a gurizada, gostam: O ALGODÃO DOCE! Dizem que essa proibição se deve pela descoberta que essa doçurinha pode ter também, substâncias cancerígenas! Você gosta de Algodão Doce? Xicoburi não!

Será que esta geração que está crescendo agora sabe algo mais do que as gerações que vieram antes dela? Pelo menos ela tem melhor acesso a tudo o que é possível, estuda mais e trabalha menos. Xicoburi quero acreditar que a humanidade está no caminho do progresso. Provavelmente sim no geral. Ainda é improvável quão grande seja o progresso nas áreas onde idealmente não deveria haver progresso. Já se falou sobre o fim do crescimento e agora se afirma que nos afogaremos na nossa própria merda ou sairemos mortos da “vapor esfera” nas próximas décadas. No entanto, xicoburi penso que a maioria dos problemas que a humanidade enfrentou até agora terminaram com sucesso, e os profetas do Juízo Final provaram que estavam errados repetidas vezes. Xicoburi espero que continue e que eles ainda são necessários porque não há substituto para um bom valor.

Embora xicoburi mencione frequentemente política aqui neste bloguinho que tenho, ela, a política, não é minha principal preocupação ou interesse. Sinto que posso escrever sobre qualquer coisa; porém, jamais xicoburi me considero um escritor ou poeta… ou o que o valha! Na verdade, xicoburi nunca poderia escrever um romance, ou mesmo um “continho”, por exemplo, porque certamente não tenho “verve” para isso, mas, conheço muito bem os blogues porque têm que ser bastante curtos e além disso, pelo menos para xicoburi, estão sempre de acordo com a verdade, embora os nós, o povo brasileiro, sejamos considerados grandes contadores de histórias. Pode se dizer muito, mas tome cuidado para não ser excessivamente prolixo. Aquelas pessoas que raramente escrevem (e nunca blogam) parecem aos outros correrem o risco de se tornarem desnecessariamente prolixos em suas postagens. E como uma autocrítica, a principal falha que vejo no que escrevo e comento na internet (o livro mais lido atualmente pela humanidade!) é que muitas vezes é mal lido. Porém, vejo que lá, é inevitável que todos os tipos de erros de digitação sejam cometidos por todas as pessoas durante a escrita, mas acima de tudo eles precisam ser eliminados. E jamais, em hipótese alguma, culpar os seus professores pelas falhas ou erros gramaticais que comentem durante suas escritas. Professores dão o grande chute, mas somos nós que devemos continuar a jogada, lendo mais, escrevendo mais, estudando mais… a gramática do nosso belo idioma é rica e fantástica e por isso não devemos parar de estudá-la, ela exige isso de nós, seus falantes/usuários.

Se bem que xicoburi sei que isso não somente acontece em nosso país, há países onde as condições são piores ou iguais às daqui, mas às vezes ouve-se a opinião de que o salário de um professor deve consistir em poder causar uma boa impressão. Por trás dessa visão parece estar a crença de que um(a) professor(a) é uma espécie de mártir, monge, freira ou ser santo que vive apenas de ar e boa vontade. A realidade, porém, é que o/a professor (a) é um ser humano de carne e osso, e essas pessoas formam uma classe inteira.  Os professores e as professoras que conheci (não posso falar pelos outros e outras que nunca conheci) optaram por ensinar porque querem fazer a diferença para as novas gerações e para a sociedade e gostam de ensinar aos outros de uma forma interessante sobre conhecimentos que são difíceis podem ser abordados, – conhecimentos que raramente aparecem na televisão ou nos meios leves da Internet, bem como promover o maior desenvolvimento e a consciência social saudável dos alunos. Naturalmente, os professores acreditam, enquanto estudam, que a sociedade mostrará um apoio ativo a uma vontade tão nobre.  Depois vem o choque, depois de os professores terem recebido o seu primeiro contracheque, ao verem que talvez tenham recebido mais por esfregar com o programa, ou numa loja de conveniência, ou num posto de gasolina. Conheço professores que pediram demissão assim que puderam, quando foram informados de que o salário não foi mal calculado. E essas eram pessoas que dedicaram anos de estudo para o trabalho. É claro que foram bem recebidos no mercado de trabalho em geral, onde o salário é facilmente duplicado para indivíduos talentosos.

E então eles vêem que pessoas com estudos semelhantes também recebem um salário muito maior. Dado que professores são pessoas vivas que têm de pagar pela habitação, pelo vestuário e pela alimentação, necessitam de receber um salário que lhes dê uma oportunidade de sobreviver. O salário que o professorado recebe significa que podem lutar para sobreviver. E xicoburi quero mostrar o profundo respeito que tenho pela profissão docente brasileiro e desejo agradecer aos professores por pensarem no futuro, algo que muito poucas profissões realmente fazem. Toda a classe do professorado tem o apoio de xicoburi e carecem receber um salário digno, pois podem concentrar-se no seu trabalho e nos seus ideais, em vez de terem preocupações financeiras todos os finais de mês. Embora trabalhem muitas horas extras no trabalho de preparação, projetem materiais do curso sem ajuda, trabalhem conscientemente para produzir um bom trabalho e revisem projetos à noite e nos fins de semana, eles não recebem um único centavo a mais por todo esse trabalho extra. É muito triste!

Bem, depois de toda essa “mistureba pensativa”, xicoburi digo que é tudo!