O 3 DE OUTUBRO DE 2023 É…

…A  40ª TERÇA-FEIRA E O 276º DIA DO ANO!

Querido Diário, “Minhazamiga”, “Meuzamigo” e Camaradas saudações!  Xicoburi começo dizendo que a jornada de hoje  desta terça-feira,  aqui na região amanheceu meio chuvosa, meio ensolarada, com céu meio encoberto e meio cinza-azulado, porém não quente e não fria,…meio morna!

Leitura impressa e leitura numa tela de computador, algum tempo atrás, xicoburi preferia mais a impressa e atualmente já estou entre meio na impressa e meio na tela do computador… Embora muitas pessoas pareçam pensar que é relativamente novo que livros sejam publicados nas redes interligadas (xicoburi em particular prefiro esse termo do que dizer “ Internet”), isso está longe de ser o caso. Foi em 1971 que o “Projeto Gutenberg” iniciou as suas atividades e, embora no início tenha sido lento, a quantidade de livros que hoje são publicados por Gutenberg tem sido enorme. E no entendimento de xicoburi, os livros (e as revistas) se sustentam principalmente porque o impresso tem acesso direto e imediato aos leitores. Todos os outros meios de comunicação têm, até certo ponto, de procurar a graça da tecnologia, e há inovações constantes que por vezes tornam obsoleto o que é mais antigo. Como muitas pessoas sabem, Gutenberg publica livros sem direitos autorais em formato informatizado na Internet e está disponível para qualquer pessoa gratuitamente. Muitas pessoas trabalham lá, e dezenas, senão centenas de livros na língua inglesa e em vários outros idiomas são publicados todos os meses… incluindo ai o idioma internacional Esperanto.

E lendo mais um tiquinho com atenção xicoburi sou informado que edição on-line foi, em muitos aspectos, uma iniciativa única na época, e estou um pouco surpreso que nada semelhante tenha acontecido nos cinco anos em que a edição on-line não funcionou. Muita coisa aconteceu em relação à publicação de livros e revistas na Rede (a Internet), porém, a maior parte está relacionada à ciência e à educação. Listas de peças e todo esse tipo de coisa também estão na rede, mas a publicação de livros para o público em geral não mudou de lá para cá. Muitas tentativas foram feitas em muitos países para vender livros a preços baixos como arquivos de computador, mas essas tentativas não tiveram muito sucesso. Não basta ter um assunto notável para dominar, se poucos ou ninguém o conhecem. As questões promocionais têm sido muitas vezes as mais difíceis para aqueles que querem se firmar sem recorrer às editoras de livros tradicionais.

E xicoburi ainda posso dizer aqui, pelo que entendi, que é também inegável que a maioria das pessoas ainda pensa que é melhor ler um livro por diversão no papel, do que numa tela de computador, e se os  tais arquivos ( ou ficheiros) de computador adquiridos forem impressos, as poupanças não serão perdidas para os consumidores. Além disso, a transferência de fundos nas redes interligadas (que chamamos também, de internet) sempre foi um tanto difícil, e muitas pessoas ainda acham que, nos primórdios da rede, tudo deveria ser gratuito lá… não foi isso mesmo?

Outra coisa que xicoburi gostei de saber, é que a edição na rede (=on-line) tem conquistado um determinado lugar, principalmente entre os escolares, e se continuasse num caminho semelhante ao que foi feito, sem dúvida aumentaria esse seu caminho. Porém, é necessário melhorar em todos os sentidos a aparência de muitos s, montar um mecanismo de busca e fazer muitas outras coisas. Deve-se ter cuidado, porém, como sempre fizemos, para que o acesso dos cegos e deficientes visuais ao conteúdo da publicação não se deteriore. Nada impede o relançamento da atividade. Tudo o que é necessário é um financiamento garantido ou que alguns indivíduos ou grupos estejam dispostos a fornecer o trabalho necessário.

Daí, então xicoburi vou parando por aqui mesmo com esta postagem com um tema meio didático meio opinião própria e dizendo o que sempre digo ao final de uma postagem:


TCHAU E AO REVER!