Querido Diário, “Minhazamiga” e “Meuzamigo”, saudações!
LUZ DA IRONIA Caminhando, hoje mais cedo, nesta manhã de terça-feira, xicoburi, fui pensando que o maior legado que “eles” deixaram, se fosse para nos mostrar o algo tão feio que fizeram, é provar agora que não somos iguais a eles. 🙃😉

E que bom que isso acontece, pois nem em pensamento xicoburi imagino que desejamos, as pessoas que amam realmente a nossa pátria, voltar ao que “eles” acharam que fosse um parquinho infantil para brincar nas ramificações da própria existência brutal, imoral, violadora da nossa constituição. Quando xicoburi começo a examinar o pano de fundo das passagens mais comuns do dia a dia da recente passada temporada de mais de quatro anos e com o olhar que começa a se transformar com a percepção de que podemos receber o melhor … Ora da doçura do amor, ora da amargura da dor, do medo de que ainda a repetição do governo “deles” se perca e que outro, que agora está no poder, se prolongue, em busca da conformidade com a luz da verdade, do discernimento e da justiça, para que o nosso povo, todo ele, viva em condições sempre melhores. Talvez, o que xicoburi esteja tentando agora passar em forma escrita é o que pensei de maneira um tanto que confusa! Bem…e para alegrar estas postagem, xicoburi vou termina-la contando uma historieta, que poderá ser intitulada de:
NO BALANÇO DAS ONDAS,
E então lá vai: O navio de cruzeiro balança suavemente. Há muito que fazer no bar e os passageiros costumeiros estão para chegar e muitas caras novas também. Sentados de perto em todas as mesas. Muitas pessoas ficam no bar. A música começa a tocar. O pessoal de atendimento sente que a multidão quer se aglomerar. O sinal soa como sempre tem feito… um apito uniforme e denso que é interrompido por gargalhadas ocasionais. De repente, três repiques de sinos quebram o clima. É a última chamada para o bar. Os convidados sabem disso. A fila na entrada engrossa.
Meia hora depois, todas as luzes estão acesas. Ao mesmo tempo, a música é desligada. Um garçom fala ao microfone em voz alta: “Queridos convidados, queridas convidadas obrigado por terem vindo. E tenham todos e todas uma boa noite de diversão!” Logo em seguida, o pessoal de atendimento inicia o processo enquanto os convidados se dirigem aos seus lugares ao bar. Em seguida, as luzes são apagadas, as portas são fechadas atrás deles e, a penumbra toma conta do ambiente. Tudo está quieto. Depois de um tempo, uma mesa perto da porta da frente sussurra: “Psssiu!, psssssssiu! Ei, mesa, eu preciso falar com você!” Nenhuma reação. Então a mesa percebe que as mesas não têm orelhas; nem boca e então sem fala. Elas não têm cérebro e nenhum sistema nervoso. Eles não podem nem mesmo mostrar reações involuntárias. Com esse pensamento, a mesa cora de vergonha. Então se enche de arrogância. Ela bufa e diz zombando: “Mais pessoas a bordo deveriam saber disso!” E xicoburi acho que isso aconteceu, porque no escurinho muitos não sabem que embaixo das mesas e por de baixo dos panos a movimentação é estranha...