DURANTE A CAMPANHA ELEITORAL: PROMESSAS, PROMESSAS E MAIS PROMESSAS E…

… AS PESSOAS MAIS AMARGAS APARECEM RECOBERTAS DE DOÇURA COM AS PROMESSAS MAIS DOCES.

Querido Diário, “meuzamigo”, “minhazamiga”, saudações!

Hoje, o 28 de abril se comemora a data de nascimento de um dos mais ilustres cidadãos brasileiros,  o médico sanitarista, nascido em 1865, VITAL BRASIL, o criador do Instituto Butantã – (visita virtual) e patrono do Instituto Vital Brasil.

Bem, mas então retornando ao tema da postagem de hoje, xicoburi a inicio perguntando: Mas será que alguém acredita que é mesmo o Estado quem cria os empregos? E se acredita nisso, deveria já ter perguntado ao Estado quem o paga por isso. Xicoburi acho que as promessas eleitorais criam uma falsa confiança no Estado e reduzem a confiança no mercado, o que sempre será recompensado no final e assim as pessoas mais doces com a promessa mais doce vencem. Esta é mais uma manifestação negativa dessas práticas que são promessas eleitorais. A maioria das pessoas tem uma atitude descontraída quando se trata de pintar um quadro sobre as demais pessoas, incluindo elas mesmas. Sim e não ou assim tem sido, da ultima vez um concorrente (do tipo enrustido, que se tornou presidente da república sem o mínimo esforço!) tinha acabado de compensar o tanto que nada fez e que sua grande promessa poderia ter sido entendida como o seguinte: após ter assumido o cargo, o Estado criaria milhões de novos empregos, mas que isso não foi o suficiente para evitar um colapso maciço no país. E daí como resultado é o que está acontecendo agora, o amargor que foi recoberto de doçura… E um exemplo disso está nesta matéria aqui.

Xicoburi, não sou experto em criação de empregos e em leis trabalhistas e nada disso, não sou economista, sou apenas um amador sobre a vida e as ideias das pessoas sobre a vida, porém, acho que a situação não é tão simples, pois sem a forte iniciativa do mercado, não temos chance de sair dessa grande recessão que estamos vivendo. Primeiro houve um colapso, uma crise em cima disso e agora o mercado em várias frentes está completamente congelado e há pouca ou nenhuma criação de valor, exceto em certa medida nas exportações. Esta é, obviamente, uma das maiores tarefas do novo governo. Não é para prometer empregos, mas para criar aqui condições para que o livre mercado prospere e crie empregos e valor. A taxa básica de juros deve ser reduzida o mais rápido possível e uma saída para o problema monetário da nação deve ser encontrada. O governo federal atual não tem nada programado a esse respeito, aliás, não tem nada programado, a não ser a bagunça que estamos vivenciando. Xicoburi até estou desde já imaginando o que não fará realizar no próximo domingo, o 1º de maio…um discurso progressista e que trará um bom alento para os trabalhadores da nação de um modo geral, certamente não será.

O consumo em nosso grande, belo e deprimente país de formato triangular invertido, por outro lado, deve ser aumentado por meio de medidas emergenciais para as famílias, e o governo federal atual, trocou o que estava dando certo, por essa sua maneira falsa de medida emergencial que durará até o final do seu mandato. Xicoburi tenho a seguinte opinião, que naturalmente por ser opinião própria, poderá estar errada, mas mesmo assim, opino que se libertarmos as famílias do país da armadilha  em que a nossa nação está agora presa, colocaremos o consumo geral no mercado de volta aos trilhos e, portanto, também as engrenagens da economia.

Bem, então tá legal! Xicoburi vou terminando esta postagem (mais uma das que escrevo de maneira confusa!) dizendo que não devemos nos deixar enganar com promessas muito doces como mel, talvez elas têm recheios amargos como o fel.  Xicoburi sou uma das pessoas que ainda acredita que o equilíbrio é mais bem alcançado em uma sociedade com livre mercado, desde que o setor público cumpra seu dever de fiscalização.  E também acredito que nossa sustentabilidade pode ser usada com moderação, em benefício de nós e das gerações futuras. Tchau e ao rever!