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Querido Diário, Camaradas, “Minhazamiga” e ” Meuzamigo”, saudações!

Primeiro, um parêntesis. Xicoburi penso que fazer caminhadas como um vagabundo é maravilhoso….vagabundo no sentido de estar a vontade, apenas o físico e a mente se conectando com a natureza, sem objetivos pré-determinados, a pessoa deixa seus instintos assumirem o comando… Esta imagem fresca da alvorada num lugar tão próximo da cidadezinha em que vivo, não é nada única, ou anormal, apenas um momento, qualquer pessoa indo para o trabalho ou para a escola pode ver algo semelhante, basta manter o foco, xicoburi consigo essa visão, ali, passando pela ponte e subindo a rampa logo após a segunda rotatória, mas, xicoburi acho um pecado que poucas fotografias inovadoras da natureza são tiradas hoje em dia.
Como xicoburi faço para evitar mencionar a xicoburi mesmo ou à própria família nesses meus longos ou não tão longos textos que transfiro do Word para esta página virtual que tenho como um diário? Simples. Apenas falando ou escrevendo sobre assuntos inúteis ou sobre os quais não tenho a mínima ideia. Como assuntos internacionais, politicagem das mais diversas por exemplo. Algumas pessoas “escritoras” fingem saber tudo, pois a cara do “titio Gugol” sabe muito, no entanto. O truque é perguntar a ele, se se tiver alguma dúvida. Também é bem divertido ser alimentado com todo tipo de bobagem, como xicoburi gosto tanto. Em outras palavras, para alimentar os outros, e não o contrário. O truque é tentar fazer quem ler o que está escrito no texto, pensar que é muito mais inteligente do que xicoburi mesmo… Sabe como é bom alimentar o ego próprio e alheio!
Xicoburi já percebi que algumas pessoas historiadoras parecem saber quase tudo; não menciono nomes aqui, pois isso é perigoso. Se bem, que neste momento xicoburi tenho dois ou três delas em mente e já mencionei seus nomes em postagens antigas. Não! Não estou tão convencido assim e estou tão bem que ninguém além de xicoburi mesmo lê as postagens que escrevo, e o que direi sobre as mais antigas. Fora isso, é um milagre que aqueles que se dedicam a isso consigam ler bastante! À medida que envelheço, caramba! já tenho conseguido até o presente momento sobreviver algumas décadas, leio cada vez menos, mas escrevo muito mais “bobageiras” logicamente. Antigamente, xicoburi enfatizei a escrita diária. Na verdade, sou inflexível quanto a isso, no tal do deixe estar para ver, ou ler posteriormente, como fica…
Embora a rede de computadores ofereça para xicoburi ou para o mundo em geral infinitas possibilidades de publicação, a maioria das pessoas mais ambiciosas em mostrar suas imagens e textos a um grande público parece achar que o livro é superior a todas as outras formas de publicação. O que há de especial em um livro que outras mídias não têm? Acho que duas coisas são particularmente importantes: o livro é uma “engenhoca”, algo tangível pelo qual os interessados são obrigados a pagar (na maioria das vezes, pelo menos). Produzir um livro custa muito caro e, como não há almoços grátis, alguém tem que pagar pelos alimentos, alguém tem que vender o livro e alguém tem que comprá-lo. Livros são comercializados, dinheiro é trocado por mercadorias, o que é um ato muito humano. Isso também pressupõe que alguém, antes de o livro ser impresso, xicoburi acho que se acredita que ele tenha compradores /ou não? /suficientes para que valha a pena ser impresso. Para o remetente (autor e editor), o mercado livreiro é uma resposta clara. Qualquer pessoa que paga por um dessas “engenhocas” realmente o deseja (pelo menos inicialmente). O número de visitantes de um site diz algo diferente para aqueles que publicam nele.
E tem mais nesta especulação de xicoburi, na rede de computadores, a maioria das coisas é gratuita, a informação flutua como troncos em um rio flutuante, e tudo o que a pessoa faz lá (ou seja, aqui mesmo!) flui rapidamente para algum lugar mais calmo. Pode haver muitos glutões porque não custa nada, mas xicoburi imagino que a rede de computadores é um rio que nunca para. As notícias precipitadas constantemente deslocam o antigo. Como xicoburi disse você nunca se banha no mesmo rio duas vezes. Embora possamos, é claro, nos afogar no enorme fluxo de livros de hoje, cada livro é uma existência tangível com corpo e alma. Os livros duram muito tempo e se pode começar um livro repetidamente se se apaixonar por ele. Também se pode mantê-lo visível na estante, que é um móvel que muitas pessoas ainda usam para decorar seus quartos, salas ou espacinho como xicoburi tenho debaixo do painel do bom e velhinho computadorzinho que tenho e funciona, mas, na verdade, xicoburi não sei qual é o interesse em estantes se a pessoa obtém suas informações principalmente na tela do computador, mas até mesmo as pessoas que escrevem seus textos diários, as famosas pessoas “blogueiras”, parecem querer publicar suas melhores criações em formato de livro. Há algo sobre o livro como uma engenhoca que a própria rede de computadores não consegue igualar. Em outras palavras, xicoburi penso que o boato sobre a morte do livro é exagerado, pois ninguém resiste ao cheirinho gostoso que exala o manuseio das folhas impressas de um livro…
E isto é tudo para esta postagem…































